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Os responsáveis pelo site Estudos Nacionais têm trabalhos publicados e são amplamente conhecidos de seus leitores, não havendo qualquer segredo ou sigilo sobre o trabalho jornalístico e editorial produzido no site e na editora de mesmo nome. Recentemente, porém, algumas acusações e ameaças foram feitas até por pessoas anônimas contra Estudos Nacionais, acusando-o de produzir informações falsas, de um lado e, de outro, de atividade anônima. Responderemos às duas tendo como pano de fundo o atual clima de polarização e de perseguição a jornalistas independentes.

Em primeiro lugar, é de amplo conhecimento que o site Estudos Nacionais não comunga de certas visões de mundo que se tornaram hegemônicas nas últimas décadas. Como a liberdade de opinião e de expressão são asseguradas pela carta constitucional (CF de 1988), tanto os nossos editores quanto nossos leitores têm o conhecimento sobre os direitos que pretendem exercer. Até onde se sabe, nenhuma das leis que protege jornalistas foi revogada e a ampla cobertura, sob pontos de vista diversos, ainda não foi suspensa, muito embora a atividade (ou ativismo) de novas modalidades de censura pretendam suspendê-la ou dar efeito de suspensão. Referimo-nos à novíssima atividade dos fact-checking, que graças às suas parcerias com redes sociais, fomentam a supressão de conteúdos inconvenientes aos grupos aos quais respondem.

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Como pretensa atividade inquisitorial, os checadores se comportam como verdadeiros incitadores do ódio e da caça às bruxas, visando emplacar midiaticamente novos crimes para utilizar suas novíssimas sentenças.

Portanto, assim como os fact-checking se vêem no direito de, por algumas vezes, não reconhecerem nossas notícias como “legítimas”, o site Estudos Nacionais declara que não reconhece nem aceita a autoridade desses sites para definir o que é verdadeiro ou falso na sociedade brasileira. Recentemente, um desses auto proclamados verificadores atacou o site acusando-o de anonimato, o que é absolutamente falso, já que todas as matérias são assinadas com nome e sobrenome dos respectivos autores.

O que ocorre é que as ferramentas como WhoIs não revelam as informações sobre a propriedade do domínio do site Estudos Nacionais, por motivo de segurança e privacidade. Porém, consta em nosso site que o site é de responsabilidade do editor-chefe, Cristian Derosa, que detém o registro da marca no INPI e o domínio estudosnacionais.com.

Apesar de amplamente conhecidos e facilmente contatável, porém, o site Estudos Nacionais reserva-se no direito de não fornecer publicamente informações que ponham em risco a integridade de seus colaboradores e editores, especialmente no momento em que uma onda de intolerância e ódio é articulada sistematicamente através dos veículos da grande imprensa.

Como entidade jornalística, repudiamos e consideramos vergonhoso que entidades como a Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji) esteja envolvida na mobilização persecutória que escolhe veículos preferidos para a proteção jurídica, o que ficou evidente em sua omissão nos recentes casos dos jornalistas Allan dos Santos e Oswaldo Eustáquio. Essa atitude demonstra que a entidade se comporta como agente político e não jornalístico, o que põe em risco não apenas a integridade daqueles jornalistas que hoje são chamados pejorativamente de “blogueiros”, mas atenta contra a liberdade de expressão como sustentáculo da liberdade de imprensa, o que amanhã pode vitimar comunicadores associados a qualquer espectro político-ideológico.

Aproveitamos para informar que o site Estudos Nacionais, bem como a editora de mesmo nome, não responde nem integra qualquer grupo econômico ou empresarial, mantendo sua atividade profundamente independente de jornalismo investigativo e informativo em defesa da pluralidade da sociedade brasileira e da democracia.