Em revelações impactantes, em sua maior parte ignoradas pela grande mídia, foi revelado que o assassino transgênero responsável pelo ataque à igreja e à escola católica em Minneapolis mantinha anotações em russo em seu caderno sobre os assassinatos planejados. Os registros em alfabeto cirílico — sistema de escrita usado pelos russos — indicam que pode haver um elo de alcance global por trás do caso: uma conexão russa com assassinatos em massa em solo americano.
A jornalista ucraniana Vira Kravchuk destacou que o criminoso “encheu o caderno com frases desesperadas em russo” e chegou a listar rappers e bandas de rock russas entre seus artistas preferidos.
Diante desses elementos, e também da campanha genocida promovida pela Rússia contra a Ucrânia, um relatório do grupo de políticas públicas America’s Survival, Inc. (ASI) conclui que o discurso do presidente Ronald Reagan sobre o “Império do Mal” soviético — definido como “o foco do mal no mundo moderno” — permanece atual e verdadeiro.
O relatório, intitulado A Rússia Ainda é o Império do Mal (leia aqui), foi elaborado pelo jornalista veterano Cliff Kincaid, presidente da ASI, e inclui uma entrevista com Cristian Derosa, autor de O Sol Negro da Rússia: Raízes Ocultas do Eurasianismo, obra que analisa a ideologia russa.
Segundo o documento, desde a Revolução Comunista o governo russo se comporta como um câncer que continua a se espalhar, agora disfarçando o antigo ateísmo materialista sob a roupagem de supostos valores cristãos tradicionais. Hoje, afirma o texto, Moscou representa forças demoníacas e genocidas no mundo, como a exportação do chamado “Comunismo Queer” para o Ocidente — exemplificado no caso do atirador transgênero de Minneapolis, Robin/Robert Westman.
Kincaid e Derosa apontam ainda que a ideologia russa difundida atualmente pelo estrategista de Putin, Alexander Dugin, mistura comunismo, misticismo e elementos obscuros da Nova Era ou do ocultismo, sendo conhecida como “Eurasianismo” geopolítico.
Em outro trecho, o relatório aborda a reputação da Rússia como “Internacional do Assassinato”, citando o uso de venenos como o Novichok em atentados e lembrando a declaração de Putin, feita no tapete vermelho no Alasca, de que o então presidente Donald Trump estava “com boa saúde” e “vivo” — interpretada como uma ameaça velada.
Para Kincaid, a capacidade de Putin de eliminar opositores, inclusive dentro da própria Rússia, faz dele um inimigo brutal e perigoso, capaz, junto de seus aliados como o Irã, de agir até mesmo em território americano.








