Em mais um episódio da intrincada situação envolvendo parte da hierarquia de Roma, ressurgem imagens comprometedoras que haviam sido censuradas pela justiça brasileira.
O polêmico frei Evaldo Gomes, atual comissário e abade do histórico Mosteiro São Bento, em São Paulo, foi objeto de um escândalo em 2022, quando suas fotos íntimas de teor homoerótico surgiram em um site católico. Na ocasião, o frei, que é irmão de um influente procurador do Ministério Público de Minas Gerais, conseguiu tirar do ar, conforme publicamos. O assunto voltou á tona com as revelações de violações e irregularidades feitas pelos Arautos do Evangelho, em livro recentemente publicado. A instituição foi uma das vítimas do frei imoral, que atualmente açoita a dignidade do histórico Mosteiro São Bento.
Inclusive, conforme nossa matéria anterior sobre o assunto, o frei continua a celebrar missas. De acordo com o Direito Canônico, o superior que tomar conhecimento de fatos escandalosos deve afastar imediatamente o sacerdote em um prazo de 30 dias, cabendo 90 dias para iniciar uma investigação. Nada disso foi feito até o presente momento.
Contrariamente à alegação do frei que aparece nas imagens, as fotos tiveram a autenticidade comprovada por duas vezes mediante perícia judicial.
NOTA: O Instituto Estudos Nacionais alerta para os leitores que tenham cuidado no acesso às imagens, tratando-se de imagens escandalosas, razão pela qual optamos por não disponibilizar o link, apenas o nome do referido blog. O fato em sim, da divulgação e vazamento, já por si só significa uma informação relevante no acompanhamento das recentes revelações, sobre as quais, na qualidade de fiéis leigos, aguardamos um posicionamento da hierarquia romana.
O site em inglês Tradition In Action publicou recentemente uma nota recordando o fato escandaloso e divulgando novamente as fotos que foram proibidas. Tais fotos, conforme informado, foram parar nas mãos do então comissário oficial dos Arautos, Dom Damasceno, nomeado pelo Vaticano, que as fez chegar nas mãos do então Prefeito do Dicastério para Vida Religiosa e Institutos de Vida Consagrada, Cardeal João Braz de Aviz.
O cardeal, que anos atrás havia prometido “vingar-se” dos Arautos por, segundo ele próprio, não suportar a pureza deles, não viu problema nenhum das fotos homoafetivas de Frei Evaldo. Nas palavras de Dom Damasceno, relatadas no livro, “não tomaria nenhuma providência em virtude dos seus bons serviços prestados”.
A hierarquia de caráter progressista que subiu à Cúria precisa ser retirada de lá pelo bem da Santa Igreja. Rezemos para que o Santo Padre, o Papa Leão XIV tenha a coragem que papas anteriores tiveram, muitas vezes arriscando sua própria vida, para encarar de frente a atual crise que assola a Santa Igreja Católica.
Os Arautos foram apoiados publicamente pelo bispo auxiliar da Capelania Militar, Dom Francisco Falcão, que afirmou durante a celebração da Santa Missa admirar e suportar a pureza da instituição, clara referência à triste frase do cardeal que ocupara o importante cargo em Roma.




