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Por meio da Organização Mundial pela Vida (OMV), representantes de 11 países se uniram à denúncia internacional por crimes contra a humanidade perpetrados por governos nacionais e regionais justificados pelo combate à pandemia. A denúncia foi protocolada na última semana junto ao Tribunal Penal Internacional e apresenta dados científicos sobre medidas como lockdown e outros instrumentos que violam direitos fundamentais durante o ano de 2020 e 2021.

A iniciativa conjunta foi um apoio da denúncia protocolada em março pelo juiz italiano Angelo Giorgianni, secretário-geral da OMV internacional, que em sua denúncia utilizava como exemplo as restrições impostas pela Itália. Agora, 9 países latino-americanos se uniram a representantes da entidade na Itália e Espanha, somando 11 países que protocolaram suas denúncias ao Tribunal diante de crimes cometidos ao redor do mundo.

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A OMV Brasil se uniu aos demais países e enviou também a sua denúncia, que salienta os crimes contra a humanidade cometidos por governos de estados e municípios contra direitos fundamentais de cidadãos.

A denúncia considera que os danos à saúde, sociais e psicológicos, das medidas à população de seus países ultrapassaram em muito os possíveis danos da Covid-19. Além disso, denunciam o descaso com tratamentos eficazes, combatidos em nome de interesses econômicos de grandes grupos farmacêuticos, como os produtores de vacinas que se utilizaram de jornais e de pressões políticas para forçar governos a aprovar seus produtos em caráter experimental, atentando contra a saúde de seus cidadãos.

A OMV já havia se unido a uma denúncia contra o governo de Israel por violação do Código de Nuremberg, por experimento médico não consentido, no caso da vacinação com o polêmico “imunizante” da Pfizer, considerado experimental e de grandes riscos à saúde por médicos e geneticistas. A obrigatoriedade da vacinação é um dos temas que constam na denúncia protocolada na última semana pelos 11 países, na qual denunciam a pressão psicológica, constrangimento e até coerção cometidos por governos e autoridades.

A Organização Mundial pela Vida já conta com representantes em quase todos os países da América Latina, além dos dois países europeus (Itália e Espanha). Na denúncia, uniram-se representantes dos latino-americanos Colômbia, Equador, Chile, Peru, Panama, Costa Rica, Bolívia, Argentina e Brasil.

«O lockdown e todas as medidas conexas – estas últimas se adotadas por períodos de tempo prolongados e indefinidos, muito para além da fase de emergência sanitária, de modo a correr o risco de distorcer a própria essência das sociedades, e assim é – constituem um crime contra a humanidade como constituem crimes de prisão, tortura e são atos que causam grande sofrimento à saúde mental e física (artigo 7 do Estatuto de Roma) », diz um trecho da denúncia.

«Os danos colaterais que agora estão a ser causados ​​à população terão um impacto maior a curto e a longo prazo em todas as camadas da população do que o número de pessoas que agora estão a ser salvaguardadas da coroa. O isolamento social e os danos econômicos levaram a um aumento da depressão, ansiedade, suicídios, violência intrafamiliar e abuso infantil. Estudos têm mostrado que quanto mais compromissos sociais e emocionais as pessoas têm, mais resistentes elas são aos vírus. É muito mais provável que o isolamento e a quarentena tenham consequências fatais », lemos na denúncia que relata esta e outras passagens do livro Massacres de Estado de Giorgianni e Bacco.