Depois de financiar Fundação Marielle, George Soros investe em Jean Wyllys

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© AP Photo / Kevin Wolf
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O ex-deputado federal e ex-bbb, Jean Wyllys (PSOL-RJ) será enviado à Universidade de Harvard, nos EUA, para uma pesquisa financiada pela Fundação Open Society, do bilionário liberal-progressista George Soros.  A informação foi dada pelo jornal Extra, entre outros sites nesta terça-feira (10). Soros é um dos megainvestidores que financia lideranças políticas de extrema-esquerda no Brasil.

Wyllys irá aprofundar uma pesquisa já iniciada pela fundação milionária sobre “fake news e discursos de ódio contra minorias sexuais e étnicas”.

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Foi graças a um investimento de 10 milhões de dólares da Open Society (junto de fundações como Ford e Keloggs) que foi fundada a Fundação Marielle Franco, fruto de um investimento com objetivo de “formação de lideranças políticas na América Latina”. Através da atuação do PSOL, a Open Society já paga uma bolsa aos familiares da vereadora morta no Rio de Janeiro.

A Open Society é conhecida no mundo por financiar pautas LGBT e causas da esquerda cultural em diversos países, assim como financiar a imigração ilegal na Europa. Soros é também um grande inimigo do Brexit e de todo tipo de nacionalismo emergente pelo mundo. Apóstolo da chamada Nova Ordem Mundial, Soros investe pesado em tudo o que pode embasar mudanças legislativas, especialmente em países em desenvolvimento.

Soros tem predileção pelo financiamento de pautas ligadas à cultura LGBT e sua propaganda, bem como a formação e doutrinação de jornalistas e profissionais de mídia. A Open Society é uma das principais financiadoras de iniciativas da Abraji (Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo), além de diversas outras iniciativas de observação da mídia.

Durante o período eleitoral de 2018, uma das mídias digitais do Brasil, entre as que já receberam financiamento de organizações ligadas a Soros, impulsionou a campanha #EleNão contra o então candidato Jair Bolsonaro nas rede sociais.

Em 2018, Soros manifestou seu descontentamento com a liberdade excessiva das redes sociais ao dizer que elas são uma “ameaça à democracia”, referindo-se ao risco de influenciar eleições. O bilionário que mais investiu para influenciar as eleições no Brasil, também chegou a sugerir que as redes sejam estatizadas para que possam divulgar apenas ideais progressistas.

A residência de Wyllys acontecerá no Instituto de Pesquisa Afro-Latino-Americanos. Durante este semestre, o ex-parlamentar do PSOL ministrará aulas relacionadas ao tema das Fake News e minorias sexuais e étnicas.

Em entrevista à revista GQ, do Grupo Globo, no final do mês de agosto, Wyllys confirmou que vem sendo financiado pela fundação de Soros:

“Sou bolsista da Open Society Foundation, que financia os meus estudos sobre a articulação das fake news com discursos de ódio, e faço muitas conferências a convite deles.”

 

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