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Conheça a história da imagem de São Miguel levada a Brasília

12/08/2025
em Artigos
Tempo de Leitura: 4 mins de leitura
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Neste dia 12 de agosto, em Brasília, foi feita a consagração a São Miguel Arcanjo como comandante do Brasil, em cerimônia ocorrida no Congresso Nacional. A imagem utilizada foi a imagem peregrina do arcanjo, que fica no Monte Gargano, na Itália. O local é destino de peregrinação desde a Idade Média, por santos e reis de toda a Europa e Àsia, devido aos diversos milagres que ocorreram no local após aparições do Chefe das Milícias Celeste.

O evento ocorre apenas alguns dias antes do início da Quaresma de São Miguel, prática inaugurada por São Francisco de Assis.

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História da imagem e do santuário

Tudo começou com um pastor de gado que morava naquela região ainda no distante século V, mais precisamente no ano de 490, na cidade italiana de Siponto, ao pé do monte hoje chamado Gargano. Coincidentemente, o pastor se chamava Gargano.

Era um homem rico em rebanhos e pastagens. Um dia fugiu-lhe um de seus touros, fazendo com que o pastor subisse no alto do monte para buscá-lo. Ele chegou até a entrada de uma misteriosa gruta. Sendo difícil prender o touro, por ser arisco, Gargano resolveu matá-lo com uma flecha. Tomou do arco, fez pontaria e deferiu-lhes uma flecha. Houve aí um misterioso fato: como se fosse agarrada no ar por uma mão invisível, a flecha voltou-se e veio ferir o próprio Gargano.

Grande foi o espanto dos que o acompanhavam e presenciaram o ocorrido. Não sabendo explicar e não ousando aproximar-se da gruta, correram à cidade a informar ao bispo do extraordinário evento. O bispo era São Lourenço Maiorano, que os ouviu e, não sabendo também ele a que atribuir tal fenômeno, ordenou aos seus diocesanos três dias de jejum com o fim de pedir a Deus discernimento para interpretar o ocorrido.

No fim dos três dias, revelou-se o segredo de modo maravilhoso.

Apareceu ao santo bispo o próprio São Miguel Arcanjo e fê-lo saber que o prodígio da montanha havia sido operado por ele próprio, para indicar que aquele lugar estava debaixo da sua especial proteção e que ali queria lhe fosse prestado culto especial, assim como a todas as hierarquias angélicas do céu.

Disse-lhe o arcanjo: “Bem fizeste em procurar descobrir o mistério de Deus escondido aos homens, razão pela qual os golpeei com minha lança. Sabei, porém, que esta é a minha expressa vontade. Eu sou Miguel Arcanjo e estou sempre na presença de Deus. Venho habitar este lugar, guardá-lo e provar por meio de um sinal que serei seu vigia e custódio”.

Depressa, por sua vez o bispo fez saber a seu povo da aparição que tivera e todos, bispo e povo, partiram para a montanha em demanda da já famosa gruta.

Lá chegados, logo começaram a celebrar os ofícios divinos, pois a gruta, cavada na rocha, era espaçosa e prestava-se a acolher considerável número de pessoas. Com o tempo transformou-se aquela simples caverna em um celebérrimo santuário, local de frequentes e grandes milagres.

São Miguel lhes obtém a vitória

A notícia do acontecido espalhou-se pela Europa e pelo Mediterrâneo, até atingir a longínqua Constantinopla. Enquanto isso, em Siponto, os fiéis tomaram por costume subir o Monte Gargano a fim de pedir a intercessão do Santo Arcanjo, que lhes obtinha graças com grande munificência.

Um dos maiores favores por ele concedidos deu-se dois anos depois da primeira aparição. Tendo sido a cidade cercada por um poderoso exército bárbaro, São Lourenço subiu à celeste gruta para implorar ao Arcanjo a vitória militar, e aconselhou ao povo pedir uma trégua de três dias, durante os quais deveriam fazer jejuns e preces em honra ao Deus dos exércitos.

Os invasores aceitaram o armistício e, completado o tempo assinalado, São Miguel apareceu novamente ao prelado enquanto rezava na catedral de Siponto. Era a aurora de 29 de setembro de 492. Vinha anunciar-lhe a vitória e o advertia de não atacar os invasores senão depois da hora quarta daquele mesmo dia.

O santo Bispo convocou o povo e transmitiu-lhe as instruções recebidas do Céu. Inundados de alegria, os defensores da cidade passaram as primeiras horas do dia em oração e, no momento determinado pelo Arcanjo, dirigiram-se ao encontro dos seus adversários. Os invasores, conta um cronista, confiavam no próprio orgulho, e os sipontinos, na promessa angélica.

Iniciada a batalha, uma espessa nuvem cobriu o Gargano. A terra começou a tremer, o mar agitou-se rugindo com furor e desabou uma terrível tempestade, cujos raios atingiam os bárbaros e poupavam os sipontinos. Aterrorizado, o exército inimigo logo se pôs em fuga.

Em agradecimento, o Bispo saiu com o povo em procissão até a gruta do Arcanjo, em frente à qual encontraram gravadas na rocha pegadas semelhantes às de um homem. Imediatamente as atribuíram a São Miguel e, não ousando entrar, puseram-se a venerar os vestígios deixados pelo espírito angélico como sinal inequívoco de sua presença e proteção.

“Eu mesmo consagrei este lugar”

No oitavo dia do mês de maio de 493, o Bispo Lourenço subiu novamente à gruta para comemorar o terceiro aniversário da primeira aparição. Preocupava-lhe a ideia de transformar aquele solitário local em um verdadeiro santuário, onde Deus fosse louvado e a Santa Missa celebrada com frequência, mas não sabia qual seria o melhor modo de fazê-lo.

Para resolver o dilema, decidiu levar o problema ao Papa São Gelásio, que acabava de assumir o Sólio Pontifício. Este acolheu com benevolência os mensageiros do Bispo, mas, em lugar de dar-lhe uma solução para a questão, convidou-o a descobrir a vontade do Arcanjo com estas palavras: “Se competisse a nós determinar o dia da dedicação da igreja escolhida por São Miguel, diríamos que se fizesse no dia da vitória contra os bárbaros; mas, cabendo ao Santo Príncipe defini-lo, esperamos o seu oráculo”.

Nessa mesma missiva, o Pontífice pedia a São Lourenço que proclamasse em Siponto um jejum de três dias, no qual deveriam acompanhá-lo sete virtuosos prelados de dioceses vizinhas, que enumerava a seguir. O próprio Santo Padre prometia unir-se em Roma às orações assim proferidas.

As preces de um Papa santo, unidas às de tão virtuosos prelados, não podiam deixar de ser atendidas. No dia 26 de setembro de 493, deu-se início ao tríduo solene preceituado por São Gelásio e, na noite do dia 29, São Lourenço recebia o terceiro oráculo do Arcanjo, que apareceu a ele dizendo: “Não compete a vós dedicar esta basílica que eu erigi, mas a mim, que coloquei seus fundamentos. À medida que suas paredes cresçam, os pecados dos homens que a visitem diminuirão, pois no seio desta casa tão especial as más ações desaparecem. Entrai nela, orai assiduamente no seu interior, assistidos por mim, seu padroeiro. E, quando sejam celebradas Missas, que o povo comungue conforme o costume. Eu mesmo me encarregarei de santificar este lugar”.4

Na aurora do dia seguinte, prelados e fiéis dirigiram-se à gruta e os sinais prometidos pelo Arcanjo começaram já no caminho, ao longo do qual o sol era muito forte. Em determinado momento, quatro enormes águias passaram a acompanhá-los: duas faziam sombra para os Bispos e o povo, e as outras duas produziam com suas asas uma agradável brisa.

Ao chegar à gruta, depararam-se com a efígie de São Miguel impressa na parede e, ao penetrar no seu interior, encontraram um altar escavado na rocha e ornado com uma cruz de cristal, como símbolo da prometida consagração.

Séculos de devoção a São Miguel

Quando o Papa Gelásio soube por São Lourenço das maravilhas acontecidas nesse dia, estabeleceu para todo o sempre que o dia 29 de setembro fosse dedicado a São Miguel na Igreja universal. Mais tarde se comemorariam também nessa data São Gabriel e São Rafael, dando origem assim à atual memória litúrgica dos três Arcanjos.

Nos séculos sucessivos, a história do santuário acompanha as vicissitudes da época, marcada pelas lutas entre bizantinos e lombardos. No século XI erige-se a antiga igreja, cujos vestígios ainda hoje contemplamos.

Muitos Papas e Santos visitaram este santuário de São Miguel, que é o mais famoso em todo o mundo. No dia 24 de maio de 1987 o Papa João Paulo II lá esteve, e ali fez um importante pronunciamento, reafirmando a existência e a ação do Demônio, e também da importância da proteção de São Miguel contra as suas maldades. Esta alocução do Papa está transcrita mais a frente neste livro, no capítulo 9, onde estão as Catequeses do Papa sobre os anjos.

Porque teria Deus escolhido este local para a devoção a São Miguel Arcanjo e aos Espíritos Celestes? Não sabemos. Mas sabemos que certamente Ele quis nos mostrar a importância da devoção ao grande Arcanjo São Miguel,  para proteger a cada um de nós e a Igreja dos ataques do demônio.

Fonte: Basílica São Miguel, Templário de Maria

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