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Em Lima, Foro de Madri debate resistência às tiranias do Foro de São Paulo

Evento teve assinatura da Carta de Madri, documento que já reúne mais de 10 mil lideranças pelo mundo

02/04/2023
em Artigos, Ciência Política
Tempo de Leitura: 2 mins de leitura
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Quase ignorado por grande parte da mídia brasileira, a terceira edição do Foro de Madri aconteceu em Lima, Peru, nos dias 29 e 30 de março. O evento reúne lideranças políticas de oito países, incluindo membros do Parlamento Europeu para denunciar as ditaduras patrocinadas pelo Foro de São Paulo, entidade criada por Lula e Fidel Castro em 1990 e que conta com membros ligados ao narcotráfico.

O evento é organizado pela Fundação Disenso, da Espanha, e o partido conservador espanhol, Vox, um dos mais atuantes da Europa atualmente. O Foro também oportunizou a assinatura da Carta de Madri, que já possui mais de 10 mil lideranças políticas signatárias.

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O único membro brasileiro do evento foi o ex-ministro das Relações Exteriores do Brasil, Ernesto Araújo, que falou sobre a importância do país na região e o risco dos totalitarismos que crescem no continente.

Araújo destacou o papel do Vox e da Fundação Disenso como organizações mais importantes do mundo neste momento. O ex-chanceler falou sobre o papel da Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos (CELAC), que classificou como uma “caixa de ressonância dos totalitarismos e uma plataforma de implementação do modelo chinês na região”.

Araújo fez a distinção entre o sentimento totalitário, que é baseado na “vontade de poder”, daquele que move iniciativas de resistência contra as ideologias como sistemas fechados: “temos uma vontade profunda quem vem do coração, pelo Ocidente, por essa civilização”, disse o ex-ministro referindo-se a América Latina e Ibérica como valor civilizacional frente à mera lógica econômica de desenvolvimento defendida por muitos países como paradigma de seus relacionamentos.

Araújo também incluiu entre os riscos e perigos que o continente enfrenta, a subversão cultural do politicamente correto, as agendas de gênero, sem deixar de fora o Partido Comunista Chinês, resumindo que “o globalismo é o comunismo do século 21”. Araújo ressalta que não houve ruptura na China desde 1949 com a Revolução Maoísta e que a abertura econômica da China era parte da estratégia, o chamado “grande salto para frente” e representou apenas a “mudança de instrumento” a ser usado pela revolução.

O ex-chanceler acusa a China de estar criando uma espécie de “ilha de prosperidade” no Brasil por meio do agronegócio para ser usado em benefício da ditadura comunista, o que ele classifica como um retorno do autêntico colonialismo.

O evento contou com a participação ativa do prefeito de Lima, Rafael López Aliaga, que considerou o Foro de São Paulo como um grupo criminoso.

“O Foro de Madrid é um ponto de inflexão, e uma resposta a este grupo criminal do Foro de São Paulo que planejou uma estratégia na base do dinheiro ilegal, do narcotráfico, da mineração ilegal e da opressão do povo cubano, venezuelano e nicaraguense. E com base nesse dinheiro impulsionaram uma estratégia para tomar o controle das democracias imperfeitas de nossa região, mas que ainda sim são democracias que têm futuro”, disse Aliaga.

Já o ex-vice-presidente do Peru, Pancho Tudela, classificou a CELAC e a Unasur como “plataformas multilaterais do socialismo do século 21, cuja única finalidade é criar uma grande burocracia internacional não eleita que vá conquistando diversos aspectos da vida de nossos povos”.

A Carta de Madri, que pode ser lida e assinada por pessoas individuais no próprio site da organização, defende as liberdades e a soberania dos países, acreditando que a verdadeira democracia só será alcançada se protagonizada por nações, não por organismos supranacionais.

Leia um trecho do documento abaixo:

Una parte de la región está secuestrada por regímenes totalitarios de inspiración comunista, apoyados por el narcotráfico y terceros países. Todos ellos, bajo el paraguas del régimen cubano e iniciativas como el Foro de São Paulo y el Grupo de Puebla, que se infiltran en los centros de poder para imponer su agenda ideológica. La amenaza no se circunscribe exclusivamente a los países que sufren el yugo totalitario. El proyecto ideológico y criminal que está subyugando las libertades y derechos de las naciones tiene como objetivo introducirse en otros países y continentes con la finalidad de desestabilizar las democracias liberales y el Estado de Derecho.

Assista o evento abaixo:

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