O ataque contra uma escola católica em Minneapolis, EUA, que matou e feriu crianças, ocorreu durante a celebração da missa na escola, fato pouco mencionado pela grande mídia. A tragédia traz detalhes importantes que precisam ser recordados e inseridos dentro de um horizonte maior, aquele sobre o qual temos tanto alertado neste site. Trata-se da clara ligação com o ocultismo russo, paradoxalmente (para alguns) também associado aos distúrbios de gênero do agressor, Robert Westman.
Westman, como foi noticiado, mantinha um diário escrito em letras russas, idioma cujo aprendizado o FBI não encontrou entre as informações pessoais do assassino. Este fato foi relacionado pelo jornalista norte-americano Cliff Kincaid, como indício de possessão demoníaca. De fato, a escrita em idioma desconhecido para o autor é uma característica dos possessos, de acordo com exorcistas.
Em uma entrevista dada a Kincaid, o analista Trevor Loudon disse ter suspeitado de que o ataque às crianças católicas em Minneapolis pudesse estar ligado a influências ocultas vindas da Rússia de alguma forma, inspirando também vários outros assassinos em massa. O elo comum entre eles seria o “Sol Negro”, símbolo neonazista que tem sido associado ao movimento por trás do Eurasianismo.
Neste caso, Westman reúne em si diversas manifestações demoníacas aptas a atrairem uma possessão ao nível de levar ao crime cometido. Transgênero, grupo cuja ideologia tem claro fundamento diabólico devido à inversão e ódio à ordem natural, o vício em maconha, condição facilmente associada a diversos tipos de esquizofrenias e, por fim, a referência ao idioma russo.
O teor das mensagens deixadas pelo assassino são de evidente ódio aos cristãos. O fato de ter sido perpetrado durante uma missa deveria, ao menos de alguma forma, levar a diversos atos de reparação pública por parte de movimentos católicos norte-americanos, o que não parece ter ocorrido ou sido noticiado até o presente momento de maneira mais ampla.
O ataque em uma missa representa atentado mais grave pela dignidade da celebração, infinitamente maior do que os crimes cometidos contra a vida humana, que obviamente levam a uma comoção popular e apelo sensacionalista bastante evidente. Muito embora saibamos da gravidade e covardia do assassinato contra crianças, um atentado deste nível de monstruosidade feito durante uma celebração eucarística, favorece as conclusões acima mencionadas, de que o autor do ataque estivesse sob possessão.




