Nós, cidadãos brasileiros, conscientes de nossa história, cultura e fé, viemos por meio desta petição solicitar a proteção legal e institucional dos símbolos religiosos cristãos em espaços públicos, especialmente o crucifixo, que representa não apenas a fé da maioria da população, mas também valores universais como a caridade, o perdão, a dignidade humana e o sacrifício pelo bem comum.
O Brasil, em sua formação histórica e constitucional, é uma nação de raízes cristãs. A presença do crucifixo em tribunais, escolas, hospitais e repartições públicas não constitui imposição de fé, mas expressão legítima da identidade cultural de um povo que, majoritariamente, reconhece em Cristo a fonte de seus valores morais e éticos.
A retirada ou proibição de símbolos religiosos sob pretexto de uma laicidade mal interpretada — que, em vez de garantir liberdade religiosa, impõe uma exclusão arbitrária do religioso — configura uma forma velada de perseguição à fé cristã e uma agressão ao patrimônio espiritual da nação.
Reafirmamos:
O crucifixo não é ofensa. É sinal de salvação.
Ele não exclui, mas acolhe.
Não impõe, mas inspira.
Não fere, mas cura.
Por isso, pedimos às autoridades públicas que defendam e preservem os símbolos religiosos cristãos, garantindo sua permanência nos espaços públicos e reconhecendo seu valor histórico, espiritual e cultural.
Jornalista e escritor, autor do livro O Sol Negro da Rússia: as raízes ocultistas do eurasianismo, além de outros 5 títulos sobre jornalismo e opinião pública. Editor e fundador do site do Instituto Estudos Nacionais