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Um ex-funcionário do Facebook vazou documentos que indicam deliberação da gigante de tecnologia para censurar conteúdos que mostrassem a “hesitação” de pessoas à vacinação em massa. O denunciante, Morgan Kahmann, técnico da base de dados da empresa de Mark Zuckerberg, em entrevista à Fox News, a primeira após vazar os documentos para o Project Veritas, Kahmann comenta sobre os documentos que expõem um plano de “escala global” para censurar “hesitações contra vacina”.

Segundo informações do denunciante, a política de censura do Facebook consiste em punir e reduzir o alcance de publicações das pessoas que se mostrassem “hesitantes” sobre a vacinação, rotulando e dando uma “pontuação” para determinar se deveria ser removida ou não da plataforma.

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“Qualquer coisa que questione a vacina ou a narrativa sobre a vacina, que é, você sabe, ‘todo mundo deveria tomar a vacina, a vacina é boa e você não vai ter muitos efeitos colaterais ruins’, qualquer coisa fora desse reino é classificada como ‘hesitante’ pelos algoritmos do Facebook ”, disse Kahmann. Eles receiam, afirmou, referindo-se aos gestores do Facebook, o crescimento do número de pessoas conscientes dos efeitos colaterais das vacinas.

O denunciante veio a público pois "não conseguiria viver consigo mesmo" após ter acesso aos documentos de censura produzidos pelo Facebook, "Minha bússola moral diz que não é a coisa certa a se fazer porque, basicamente, os usuários do Facebook não estão cientes de que isso está acontecendo, e se você está usando o Facebook ou uma plataforma social e eles estão censurando o conteúdo de seus comentários sem o seu conhecimento, isso é altamente imoral ", afirmou durante a entrevista.

O Facebook quando questionado sobre o vazamento, afirmou através de seu porta-voz: "Nós proativamente anunciamos essa política no blog de nossa empresa e atualizamos a central de ajuda com essa informação. Chama atenção a política de "pontuação" criada pela empresa para definir quais usuários podem ter atenção ou não em sua plataforma, sistema muito similar ao Crédito Social Chinês, nele, se um cidadão descumprir as ordens do governo, pode ser impedido de usar o transporte público, viajar ou ter um emprego.

Como veiculado recentemente neste site, o Facebook voltará a permitir publicações especulativas a respeito da origem chinesa da covid-19 em sua plataforma, na mesma linha, checadores de fato internacionais vieram a público retratar-se por terem "checado" como falsos dados científicos que indicavam a origem laboratorial da covid-19.

Logo abaixo você pode ter acesso aos documentos vazados e também a origem da denúncia, o site do Project Veritas.