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O oftalmologista e fundador do movimento ‘Médicos pela Verdade Argentina’, Mariano Arriaga, foi preso na última segunda-feira (25) durante um protesto pacífico em praça pública na cidade de Rosário, na Argentina. Vários médicos participaram do ato onde denunciavam os experimentos médicos realizados a partir da vacinação em massa e questionavam as medidas restritivas da “ditadura sanitária” imposta aos argentinos a pretexto de combater o vírus chinês.

De acordo o site Médicos por la Verdad Uruguay, mais de 60 pessoas foram presas na Argentina por terem saído às ruas sem usar máscaras e por se reunirem em praça pública no dia 25. O site diz que para justificar a implementação do estado de sítio no país, a “elite” está tentando criminalizar e classificar como “extremistas” as pessoas que questionam as medidas autoritárias do governo.

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Durante a prisão, o doutor Arriaga questionou os policiais sobre sua obediência a uma “ordem inconstitucional”. “Se vocês estão obedecendo uma suposta ordem que não é constitucional, vocês são cúmplices disso. E isso os cidadãos têm que saber. Somos médicos falando de medicina […] e se isso não se permite em uma praça pública, estamos com problemas. Vocês têm que saber de que lado estão atuando”, disse o médico à guarnição que o prendeu.

Confira o momento da prisão no vídeo abaixo.

Ontem (26), mensagens e publicações nas redes sociais denunciavam maus tratos que Arriaga estaria sofrendo na prisão. De acordo com as denúncias, o médico estaria muito machucado em uma cela aberta sem proteção ao frio, sem comer e sem beber. Também não teriam permitido que o médico entrasse em contato com o seu advogado.

Pelo twitter, argentinos protestaram contra as prisões e denunciaram a “ditadura sanitária” que está sendo imposta no país. “Detidos, intimidados com uma força desproporcional e insana. Isto é o que acontece agora”, escreveu uma cidadã argentina.

Médicos pela Verdade

O grupo de ‘Médicos pela Verdade Argentina’ faz parte de uma rede de profissionais da saúde, do direito e da comunicação que têm buscado e apresentado dados científicos contrastantes com a versão oficial de governos e grandes grupos midiáticos sobre os desdobramentos da crise sanitária causada pela peste chinesa. O grupo tem como princípios fundamentais “a defesa da verdade aristotélica e da vida segundo o juramento hipocrático”.