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O presidente da CPI da Pandemia, senador Omar Aziz, disse durante sessão desta manhã que não entende nada de medicina ou de medicamentos, motivo pelo qual não teria capacidade para entrar em debates médicos sobre hidroxicloroquina. E terminou dizendo: “o que nós queremos é vacinar todo mundo”. A CPI da Pandemia busca investigar desvios de recursos e irregularidades cometidas na Pandemia, mas vem se tornando um tribunal político de condenação do tratamento precoce.

Na sessão desta terça, o relator Renan Calheiros, pai do governador de Alagoas, comparou a CPI ao Tribunal de Nuremberg, que julgou os crimes nazistas.

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A frase foi dita durante o depoimento da secretária do Ministério da Saúde, Mayra Pinheiro, que respondia questionamentos de senadores sobre o protocolo que usava a hidroxicloroquina. Com a declaração, o presidente resume e confessa que se a CPI não servir para criminalizar o tratamento precoce, pelo menos o tema das vacinação experimental imposta à população permanecerá sem controvérsia ali dentro.

As aprovações emergenciais de compras e aplicação de vacinas experimentais em massa, em todo o mundo, foram condicionados pela alegada inexistência de tratamentos para Covid-19. Enquanto acumulam-se evidências contrárias, porém, os produtos de grandes farmacêuticas são comprados e aplicados na população, mesmo ao custo de um número cada vez maior de eventos adversos.

Recentemente, o Centro para Controle e Prevenção de Enfermidades (CDC) dos Estados Unidos registrou casos de miocardite, uma inflamação no músculo cardíaco, em jovens e adolescentes vacinados com o produto experimental da Pfizer e da Moderna, que utilizam manipulação genética mRNA. Embora ainda não se tenha estabelecido a causalidade dos eventos, eles ocorreram nos quatro dias após a vacinação. Casos semelhantes já foram observados na França.

No Brasil, mais de 200 casos de mortes suspeitas foram notificados junto à Anvisa e mais de 3 mil notificações de eventos adversos associados às vacinas para Covid-19.