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A Revista Veja classificou como “crítica perigosa” os relatos do músico Eric Clapton sobre o efeitos colaterais que sofreu após ser “imunizado” com a vacina da AstraZeneca. De acordo com a Veja, o músico enviou uma carta a um “ativista antilockdown” onde revelou ter sofrido reações “desastrosas” que duraram por 10 dias após a primeira dose.

Na carta, a músico que tem 76 anos, culpou a propaganda exagerada em favor da vacina e contou que suas mãos e pés ficaram congelados, dormentes ou queimando após ser inoculado com a segunda dose. “Eles ficaram praticamente inúteis por duas semanas. Eu temi nunca mais tocar”, escreveu Clapton.

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Em dezembro do ano passado, a Veja já havia atacado o músico por ter gravado a canção Stand and Deliver em protesto às políticas de lockdown e distanciamento social implantadas no Reino Unido. Aparentemente incomodada com a opinião do músico, a Veja disse que música antilockdown “gerou reações negativas nas redes sociais” por questionar as medidas tirânicas adotadas pelos governos a pretexto de combater o vírus chinês.

Após reproduzir os relatos do músico, a Veja recorreu a opinião de “especialistas” para afirmar a segurança e a eficácia da vacina garantindo que as reações sofridas por Eric Clapton são raras e, portanto, não deveriam ser relatadas por representar uma “perigosa crítica” à vacina.

O site Estudos Nacionais é um dos poucos sites brasileiros que vem denunciando eventos adversos das vacinas e questionando a ética da vacinação experimental em massa.

Os relatos de efeitos adversos graves atribuídos à vacina da AstraZeneca indicam que esses eventos não são tão raros como afirma a Revista. Em março, a AstraZeneca foi suspensa em 16 países da Europa após relatos de coágulos sanguíneos em pessoas vacinadas com um lote específico. No Brasil, o governo de santa Catarina suspendeu a vacinação para mulheres grávidas, após morte de gestante que recebeu a primeira dose do “imunizante” da AstraZeneca.

De acordo com a bióloga brasileira Giovanna Lara, mestre em engenharia biomédica e phD em nanotecnologia aplicada à biomedicina, as chamadas vacinas que utilizam mRNA e DNA, como a da AstraZeneca, Moderna e da Pfizer, não podem ser consideradas vacinas, mas engenharia genética propriamente dita.

No último dia 16, a Fundação Gates financiou um experimento médico com vacinação em massa na cidade de Botucatu-SP para testar a eficácia do “imunizante” da AstraZeneca. O experimento foi autorização pelo Ministério da Saúde e contou com a parceria da Prefeitura de Botucatu, da Universidade do Estado de São Paulo (Unesp), do Hospital das Clínicas de Botucatu, da Universidade de Oxford, do laboratório AstraZeneza, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e da Embaixada do Reino Unido.

Na impossibilidade de negar o caráter experimental da vacina e os seus graves efeitos adversos, a Revista Veja resgatou supostas “declarações racistas” do cantor nos anos 70 em uma clara tentativa de desqualificá-lo como crítico às vacinas já que, segundo a revista, Clapton apesar de talentoso seria “sem noção”.

Os recentes ataques da Revista ao músico refletem o “padrão editorial” que os veículos da grande mídia têm adotado desde o início da crise sanitária. Os grandes jornais têm sido unânimes em censurar opiniões divergentes daquelas endossadas por grandes farmacêuticas e perseguir políticos e jornalistas que questionam medidas tirânicas, bem como negar o tratamento na fase inicial da doença.