CDC de Biden muda método de testes para vacinados para obter “eficácia” de vacinas

Segundo a entidade, o objetivo é melhorar a "coleta de dados"

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O Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA (CDC) vem alterando a técnica de coleta de dados de testagem para covid-19 de modo que aparente alto grau de eficácia das vacinas experimentais para conter o contágio do vírus. As mudanças foram anunciadas no site da entidade entre abril e maio e consistem em reportar o que eles chamam de “breakthrought infections”: pessoas totalmente vacinadas contra a infecção Sars-Cov-2, mas infectadas mesmo assim.

O CDC implementou mudanças de política para deixar pessoas vacinadas de fora do cômputo dos “casos covid”. Primeiro, eles reduziram o número de ampliações ao testar amostras suspeitas de “breakthrought infections” (vacinados infectados).

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As instruções do CDC para autoridades de saúde sobre como lidar com “breakthrought infections” são as seguintes:

“Para casos com um valor conhecido de limite de ciclo de RT-PCR (Ct), envie apenas amostras com valor de Ct ≤28 ao CDC para sequenciamento. (O sequenciamento não é viável com valores de Ct mais altos)”.

Os CT são os ciclos ou ampliações da amostra testada. Quanto maior o número de ampliações maior a chance de falsos positivos, explicam especialistas. Durante a pandemia, valores de CT acima de 35 foram a norma, com laboratórios em todo o mundo chegando aos 40. Os laboratórios estavam executando tantos ciclos quanto necessários para alcançar um resultado positivo, apesar dos especialistas alertarem que isso era inútil (Até Anthony Fauci disse acima de 35 ciclos não tem sentido).

Agora, porém, o CDC aceitará amostras obtidas em 28 ciclos ou menos apenas para pessoas já totalmente vacinadas, diminuindo assim a possibilidade de resultado falso positivo. Isso significa uma ação governamental deliberada cujo fim resultará em menor número de infectados vacinados, enquanto antes a política implementada pode ter resultado em milhares de pessoas diagnosticadas com covid-19 mas que nunca contraíram o vírus.

Outra alteração implementada em março de 2021, após o início da vacinação, foi que o CDC não iria mais categorizar infecções assintomáticas ou leves como “casos de covid”. Mesmo que uma amostra coletada com valor CT abaixo de 28 possa ser sequenciada no vírus, o CDC não manterá registros que não resulte em mortes ou hospitalização. Em seu site oficial, o CDC informa que em “maio de 2021 começou a transição” do monitoramento de todos os casos para se concentrar apenas na “identificação e investigação” de casos fatais ou pacientes hospitalizados. “Essa mudança ajudará a maximizar a qualidade dos dados coletados”, afirmou o CDC.

Como já veiculado por Estudos Nacionais, há diversos estudos e questionamentos sem respostas que indicam um número inflado de pessoas infectadas pelo vírus, já que os testes disponibilizados não seriam apropriados e cidadãos não infectados podem ter sido diagnosticados como portadores do vírus. Os números podem variar para mais de 50% de falso positivos devido ao caráter inespecífico do teste PCR, considerado pela OMS como o mais seguro.

Outro dado que pode ter contribuído para o aumento artificial da pandemia refere-se à definição ampla do que seria um caso de covid-19, definição empregada por todo mundo, podendo levar qualquer pessoa que a receber um “positivo para covid”, mesmo sem ter apresentado qualquer sintoma, o que no Brasil se costuma chamar de “assintomático”.

Em artigo publicado recentemente, um grupo de cientistas do MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts) confessou o uso político de dados sobre a covid-19 enquanto admitia a alta competência de pesquisadores independentes ao questionar e demonstrar falhas metodológicas em dados oficiais do governo.