Anúncio:

A Cruz Vermelha do Japão publicou uma nota em seu site oficial informando que as pessoas vacinadas contra o novo coronavírus não poderiam doar sangue por tempo indeterminado. A medida tem como objetivo garantir que os doadores tenham superado quaisquer efeitos adversos dos “imunizantes”. Para quem se submeteu às vacinas que utilizam a tecnologia do RNA mensageiro (mRNA), só é permitida a doação de sangue 48 horas após ter sido inoculado.

Na nota, a Cruz Vermelha também informa que as pessoas vacinadas contra Influenza, cólera, tétano e outras doenças devem aguardar pelo menos 24 horas antes de doar sangue. Para os vacinados contra a hepatite B, esse prazo é de duas semanas. Para vacinados contra caxumba, erupção cutânea e BCG e tétano, é indicado que se evite doar sangue por 4 semanas. Já os vacinados contra a varíola estão impedidos de doar por 2 meses.

Anúncio:

Somente os vacinados contra Covid-19, por vírus inativado, devem ser impedidos de doar sangue.

O diretor de estudos asiáticos do campus da Temple University no Japão, Jeffrey Kingston, explicou ao site DC Dirty Laundry que todo esse cuidado com as doações de sangue ocorre porque o Japão não se esqueceu do escândalo que atingiu o país na década de 1980, quando funcionários do governo haviam permitido que sangue contaminado com o vírus HIV continuasse a ser usado em transfusões.

Segundo o site dw.com, a partir de hoje (24), o governo japonês abriu centros de vacinação em massa já que 95% da população ainda não foi “imunizada” e o país de prepara para receber os jogos olímpicos daqui há dois meses. O baixo percentual de vacinados e o temor dos japoneses em se submeter às vacinas podem ser atribuídos “à má experiência com efeitos colaterais de outros imunizantes e à falta de profissionais da saúde”, disse em matéria o site DW. 

Efeitos adversos

Em março deste ano, 16 países europeu haviam suspendido a vacina da farmacêutica AstraZeneca após relatos de coágulos sanguíneos em pessoas vacinadas com um lote específico do “imunizante”.

No dia 07 de março, a Áustria já havia interrompido aplicação da vacina após a Agência Federal de Segurança em Saúde ser notificada sobre dois casos graves. Duas enfermeiras do hospital de Zwettl tiveram problemas após a vacinação. Uma delas, de 49 anos, morreu de trombose múltipla causada por distúrbios de coagulação sanguínea 10 dias após ser vacinada. E a outra, de 35 anos, desenvolveu embolismo pulmonar.

No Brasil, o painel da Anvisa já registrou mais de 200 mortes suspeitas e mais de 3 mil reações adversas causadas por vacina. O painel também informa que há ainda 575 casos em recuperação, em um total de 1.359 recuperados, sendo que destes 38 tiveram sequelas.

Em março deste ano, o virologista, especialista em vacinas e antigo funcionário da Fundação Gates, Geert Vander Bossche, publicou uma carta aberta à OMS alertando para o perigo da administração de vacinas em massa em escala global. Segundo o especialista, a vacinação em massa criará variantes perigosas e pode destruir a imunidade.

Na última terça-feira (18), o virologista francês e ganhador do Prêmio Nobel, Luc Montagnier, descreveu a vacinação em massa contra covid-19 como erro histórico “impensável” que “criará novas variantes” e ocasionará mais mortes.