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Estudo realizado pelo instituto Gallup, empresa independente fundada em 1948, constatou que 32% da população global apresenta receios e se negaria a toma vacinas para Covid-19. Os dados variam entre regiões, indo de 96% da população disposta a se vacinar em Myanmar (sudeste asiático) e 25% no Cazaquistão (Ásia central).

O estudo foi realizado após um ano completo de pandemia e, segundo avaliaram pesquisadores, mesmo com a campanha de medo promovida por jornais e Estados contra a população, o número de pessoas dispostas a se vacinar é muito inferior ao estipulado por cientistas, que seria entre 70 e 90% da população “imunizada”, para alcançar a “imunidade de rebanho”.

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No Brasil, o Senado tentou votar e aprovar o “passaporte de imunização” enquanto o país inteiro acompanhava sessão da CPI da Covid. Após descoberta a tática e alegada falta de debate sobre tema polêmico, a votação foi adiada.

De cada 10 pessoas ao redor do globo, 3 afirmaram que não concordariam em se vacinar. Este dado se traduz em 1.3 bilhão de adultos dispostos a não se vacinarem, afirma a pesquisa. No Brasil, os números variam entre 21 e 30% da população apresentando receios contra vacinas, o que representa algo em torno de 45 milhões de pessoas. Os países com menor inclinação à vacinação são os do Leste europeu e do antigo Bloco Soviético, 57% na primeira e 54% na segunda região, ambas regiões carregam ainda medos e cicatrizes ocasionadas por regimes totalitários no século XX.

Já nos Estados Unidos, em pesquisa realizada no ano de 2020, apenas 53% dos americanos afirmaram estarem dispostos a se vacinar. Neste ano, em março de 2021, o número passou para 74%. Os dados demonstram que o plano de vacinação global cujo objetivo seria alcançar uma “imunidade de rebanho” nunca foram uma possibilidade, apenas se por meio da força Estados obrigassem toda população a tomar vacina.

Medidas para alcançar esse objetivo já passaram pelo debate público em muitos países, mais recentemente no Brasil, onde senadores tentaram aprovar medida de segregação sanitária, criando uma espécie de “passaporte sanitário”, para que cidadãos pudessem conseguir empregos, usar transporte público, por exemplo, deveriam estar devidamente vacinados.

Recentemente, o diretor executivo da farmacêutica e produtora de vacinas, a Pfizer, Albert Bourla, admitiu que Israel está sendo usado como “laboratório do mundo” para testar a vacina e “estudar os índices de economia e saúde”. A entrevista foi concedida no dia 26 de fevereiro deste ano e, em vários momentos, o executivo confirmou o caráter experimental do “imunizante”. Fato que justifica o receio mundial contra vacinações em massa.

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