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Um relatório do The Israeli Peoples Commitee apontou que 309 pessoas morreram após tomarem a vacina da Pfizer em Israel, em um universo de 2.256 notificações de efeitos adversos, que são os efeitos não previstos de um medicamento. Este número é seis vezes maior que o informado pelo Ministério da Saúde do país, que é de 45 mortes. O relatório aponta que, dessas mortes, 179 foram mortes súbitas e 288 morreram nos primeiros 10 dias após a aplicação da vacina de mRNA da Pfizer. Os dados são referentes ao mês de abril.

O relatório, que monitora a vacinação experimental em massa em Israel, foi elaborado pelo comitê de investigação que é formado por especialistas independentes, entre médicos, epidemiologistas e advogados que monitoram as reações adversas. O relatório, que pode no próprio site do Comitê, foi divulgado também pelo blog Doctors For Covid Ethics, que destacou trechos do documento.

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A mortalidade geral de Israel, no período de vacinação de janeiro a fevereiro, foi maior em 2021 do que em qualquer outro ano da década anterior. Na faixa etária de 20 a 29 anos, a mortalidade neste período excedeu a do ano anterior em 32%.

O relatório detalha os tipos de reações informando que, entre eventos adversos letais e não letais, houve uma taxa relativamente alta de lesões cardíacas, 26% das quais ocorreram em jovens com menos de 40 anos, uma alta prevalência de sangramento vaginal maciço, danos neurológicos, esqueléticos e de pele, e eventos direta ou indiretamente relacionados à coagulopatia (infarto do miocárdio, acidente vascular cerebral, aborto espontâneo, interrupção do fluxo sanguíneo para os membros e embolia pulmonar).

Segundo os autores, a compilação do relatório foi severamente prejudicada por obstruções por parte das autoridades governamentais, envolvendo nomeadamente o encerramento de todos os sistemas de monitorização e seguimento de eventos adversos.

O documento ressalta que, embora “Israel sirva como um modelo global para vacinação em todo o mundo” e “a Pfizer nos escolheu para ser o país experimental”, os “mecanismos de silenciamento do sistema de saúde em relação aos eventos adversos da vacina (…) criaram uma situação em que a população israelense [e internacional] fica quase completamente inconsciente da existência, natureza e prevalência de [esses] eventos adversos”.

A conclusão do relatório alerta para o fato de um forte interesse em silenciar informações para minimizar os danos causados por vacinações no país.

“Esses números também destacam a lacuna inconcebível entre os relatos oficiais da mídia israelense e o que está realmente acontecendo, possibilitando uma situação de ‘dois mundos’ devido à falha jornalística em perceber, identificar e relatar o que está acontecendo na vida real dos cidadãos”, finaliza o relatório independente.

O diretor da Pfizer já admitiu que Israel está sendo usada em um experimento médico, já que o país está utilizando apenas um tipo de vacina. O governo israelense já acumula processos na Corte Penal Internacional por violação do Código de Nuremberg, protocolado por associações de defesa dos direitos humanos, como a Organização Mundial pela Vida (OMV), do juiz italiano Angelo Giorgianni e o Comitê Corona da Alemanha, de Reiner Fuellmich.