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A Edulivre, entidade responsável por uma área do site do Ministério da Educação, tem apoio institucional do Banco Interamericano do Desenvolvimento (BID), histórico financiador de pautas radicais como a agenda de gênero, que defende uma redefinição ideológica da identidade humana por meio de crenças sem fundamentos científicos. Uma das pautas fundamentais para essa linha ideológica é a desconstrução da linguagem, a partir da popularização da linguagem neutra.

A parceria veio à tona após um alerta do jornalista Allan dos Santos, que foi respondida pelo Twitter pelo ministro da Educação, Milton Ribeiro, que revelou a autoria de um deslize do MEC, ao deixar ser inserido um termo de linguagem neutra em uma área do site, administrada pela ONG Edulivre. Curiosamente, a entidade não utiliza a linguagem neutra em seu site.

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A entidade Edulivre é uma organização não-governamental, que tem o apoio de órgãos federais e entidades internacionais. Voltada para educação online e para jovens, diversas entidades parceiras também possuem o apoio institucional do Banco Interamericano do Desenvolvimento (BID), que já manifestou diversas vezes o interesse pelo polêmico tema de gênero.

Em um de seus podcasts, o site do BID em português demonstra grande preocupação com a chamada agenda de gênero, segundo a qual crianças não nascem homens ou mulheres. A agenda também é conhecida por combater a chamada “heteronormatividade”. No texto sobre o podcast, por exemplo, o site do BID afirma abertamente:

“Os espaços urbanos refletem as relações sociais e os sistemas de dominação. Por esta razão, eles podem ser construídos de acordo com lógicas patriarcais, racistas, binárias e/ou hetero-normativas. A heteronormatividade é o ato de considerar a heterossexualidade como uma norma, e efetivamente excluir todas as outras orientações sexuais e identidade de gênero. Assim como o gênero, a sexualidade não é binária nem fixa, ela pode mudar ao longo da vida de uma pessoa”. 

Mesmo com suposta agenda conservadora nos costumes, o Governo Federal mantém parcerias que integram entidades polêmicas, defensoras de pautas contrárias aos valores da maioria da população.

Desde o início do governo Bolsonaro, parcerias com entidades internacionais de agendas polêmicas e opostas aos valores da população vêm ficando evidentes, pois são frutos de um processo de ocupação de espaços em governos anteriores. No entanto, muito pouco foi desfeito ao longo deste governo e muitos órgãos continuam dependentes de entidades internacionais. É o caso da Agenda 2030, que vem sendo implementada com a ajuda do próprio governo.