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Linguagem neutra no site dos outros é refresco. Esta parece ser a orientação da ONG Edulivre, que segundo o ministro Milton Ribeiro foi a responsável pela inserção da palavra “bem-vindx” no site do MEC. O termo, inexistente na língua portuguesa, não é usado pela entidade em seu próprio site, que tem o apoio do Banco Interamericano do Desenvolvimento (BID), ligado à agenda de gênero, como parceiro do MEC.

Em resposta ao alerta do jornalista Allan dos Santos, pelo Twitter, o Ministro Milton Ribeiro informou que já corrigiu o problema, esclarecendo que a inserção da expressão não havia partido do MEC, mas da referida entidade. O ministro agradeceu ao jornalista pelo aviso.

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“Obrigado Allan, já verificamos, corrigimos e estamos identificando os responsáveis. Apuramos que tal formulário não se originou no MEC, mas decorreu de texto inicial no parceiro EDULIVRE. É realmente inadmissível. Novamente agradeço a vigilância”.

O Twitter de Allan teve ampla repercussão nas redes sociais.

Com menor repercussão e visualização, porém, a resposta do Ministro veio esclarecer e informar que o problema foi corrigido, mostrando a imagem atualizada do site.

Apoio da esquerda financeira mundial dentro do MEC

A entidade Edulivre é uma organização não-governamental, que tem o apoio de órgãos federais e entidades internacionais. Voltada para educação online e para jovens, diversas entidades parceiras também possuem o apoio institucional do Banco Interamericano do Desenvolvimento (BID), que já manifestou diversas vezes o interesse pelo polêmico tema de gênero.

Em um de seus podcasts, o site do BID em português demonstra grande preocupação com a chamada agenda de gênero, segundo a qual crianças não nascem homens ou mulheres. A agenda também é conhecida por combater a chamada “heteronormatividade”. No texto sobre o podcast, por exemplo, o site do BID afirma abertamente:

“Os espaços urbanos refletem as relações sociais e os sistemas de dominação. Por esta razão, eles podem ser construídos de acordo com lógicas patriarcais, racistas, binárias e/ou hetero-normativas. A heteronormatividade é o ato de considerar a heterossexualidade como uma norma, e efetivamente excluir todas as outras orientações sexuais e identidade de gênero. Assim como o gênero, a sexualidade não é binária nem fixa, ela pode mudar ao longo da vida de uma pessoa”. 

Mesmo com suposta agenda conservadora nos costumes, o Governo Federal mantém parcerias que integram entidades polêmicas, defensoras de pautas contrárias aos valores da maioria da população.