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A jornalista e colaboradora da revista Piauí, Alessandra Orofino, é uma das ativistas que podem estar associadas à milícia Sleeping Giants, de acordo com informações divulgadas pela Gazeta do Povo, em novembro de 2020, após o jornal ser atacado. O grupo extremista vem ameaçando empresas por meio de constrangimento virtual dirigido a desmonetizar sites e jornalistas com concepções divergentes de grandes veículos de comunicação. Orofino aparece associada à ONG milionária, Nossas.Org, citada em reportagem da Gazeta do Povo como um aglomerado de entidades progressistas que recebe doações para criminalizar ideias que confrontem pautas internacionais.

A Gazeta do Povo publicou no dia 13/11/2020 uma matéria intitulada: “Conheça a ONG dona da plataforma
que criou o site usado pelos Sleeping Giants”.
A partir dessa reportagem, diversas linhas de investigação vêm buscando respostas para solucionar a verdadeira natureza dessa milícia que deseja ver certas ideias proibidas no ambiente da opinião pública mediante ameaças e chatagens contra empresas.

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O estatuto social da ONG é assinado pela própria jornalista, que se apresenta como fundadora do Minha Sampa e criadora da ONG Meu Rio. Como diretora executiva e co-fundadora da rede Nossas, Alessandra é ainda colunista da revista Piauí e responsável pela direção do programa de TV GregNews, apresentado pelo ativista de extrema-esquerda, Gregorio Duvivier. Ela também foi idealizadora e diretora de um vídeo apresentado pelo influente youtuber Felipe Neto, guru do ministro do Supremo Tribunal Federal, Luiz Roberto Barroso. O vídeo foi publicado no jornal norte-americano The New York Times.

A revista Piauí ficou conhecida em 2018 após seu então editor, Fernando de Barros e Silva, afirmar que a orientação do grupo Folha para as eleições daquele ano seria a de “fingir fazer jornalismo” para prejudicar pautas associadas ao então candidato Jair Bolsonaro. Desde então, jornais e ONGs associadas vêm perseguindo jornalistas e blogueiros que se alinham a causas que elegeram Bolsonaro.

Além disso, suspeita-se da participação de grandes agências internacionais de propaganda, que uniram-se para o fortalecimento de policiamento politicamente correto como critério de normas publicitárias, vigilância da linguagem e para tornar a política do cancelamento uma norma em empresas de todo o mundo.

De acordo com a reportagem da Gazeta, a entidade Nossas.org é uma “rede de ativismo” que aglutina voluntários para fazer “pressão pública” por um “país mais justo e solidário”. Segundo o site da ONG, ela já contou com mais de 5,4 mil colaboradores que se dedicaram a projetos como o Programa de Mobilizadores, cuja descrição promete “treinamento em metodologias e tecnologias de ativismo”, explica a reportagem.

A ONG Nossas realiza uma série de programas focados em causas sociais e ativismo de pautas internacionais. Alguns funcionam dentro da ONG, como é o caso dos sites Meu Rio, Minha Sampa, Minha Campinas, Minha Jampa e Meu Recife.

Em 2009, Alessandra foi co-fundadora do escritório da Purpose NY na cidade do Rio de Janeiro, e gerente geral até 2013. A Purpose, do ativista Jeremy Heimans, foi a incubadora que resultou em organizações como Avaaz.org, financiada pelo polêmico bilionário George Soros. Em 2011, Alessandra fundou a ONG Meu Rio. Fundada no Brasil por Alessandra, a Purpose Brasil tem parceria com a Omidyar Network, um dos elos financeiros de agências de fact-checking.

A parceria entre Purpose e Omidyar representa o esforço na adesão de grandes fortunas globais para a mudança social sutil, por meio de permanente propaganda de ideias. A Puporse é o principal meio de transferência de conhecimento para a ONG Nossas promover o ativismo no meio digital.

[Continua]