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O diretor do Centro de Doenças Contagiosas da China, Gao Gu, durante conferência realizada no último sábado, admitiu que a vacina chinesa “não possui taxas de proteção altas”. Para aumentar a qualidade da vacina, o governo avalia misturar outras substâncias e métodos de produção.

Enquanto Pequim distribuía milhões de doses de suas vacinas pelo mundo, promovia também questionamentos a respeito da eficiência da concorrente, Pfizer-BioNTech. “Agora está sob clara consideração se devemos usar diferentes vacinas produzidas por técnicas diferentes para o processo de imunização”, afirmou Gao Gu.

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A vacina chinesa foi desenvolvida por uma empresa que pertence ao Partido Comunista Chinês, a Sinopharm, responsável pela produção e distribuição de vacinas para dezenas de países como México, Turquia, Indonésia, Turquia e Brasil.

Nos EUA e Reino Unido, mesmo as vacinas da Pfizer e Moderna vêm apresentando preocupantes taxas de reações adversas e óbitos após a vacinação. No Brasil, a vacina da Sinovac e a de Oxford já apresentaram reações adversas e os óbitos associados às vacinas já passaram de 100 notificações.

Além das notificações, porém, médicos e enfermeiros relatam crescente número de casos, o que acaba alarmando a população diante da possibilidade dessas reações estarem sendo ocultadas pelo governo ou por jornais.

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