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O ministro do STF, Gilmar Mendes, manteve o tom agressivo contra cristãos do país ao defender a manutenção dos decretos municipais e estaduais que proíbem cultos e missas, tema do julgamento desta quarta-feira (7), que continuará nesta quinta. O fenômeno, que segundo a ONG Portas Abertas mantém mais de 350 mil cristãos em situação de risco pelo mundo, é afastado por Mendes que diz ser “surreal” associar decretos a sentimento anti-cristão.

A sessão foi suspensa após Gilmar Mendes atacar e ofender o Advogado-Geral da União, André Mendonça e o procurador Augusto Aras, da PGR, após ambos defenderem a liberdade de culto a cristãos. Mendes chegou a afirmar que a Constituição não dá o “direito à morte”, referindo-se aos riscos da Covid-19, que tem letalidade de menos de 1%.

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Em 2019, o ministro Dias Toffoli decidiu favoravelmente à produtora Porta dos Fundos, que produziu um vídeo de natal ofensivo a cristãos. Segundo Toffoli, tratou-se de liberdade de expressão.

Este foi o tema do EN Live Chat desta quinta-feira (8), que falou da cristofobia judicial, fase avançada da cristofobia no Brasil. Ouça no link abaixo.