Estudante transgênero (mulher) é indenizada em US$ 300mil por não ter acesso a banheiros masculinos

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Photo/Toby Talbot, File
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Uma estudante do sexo biológico feminino, mas que se identifica como homem, ganhou US$ 300 mil dólares depois que fez um acordo com o distrito escolar de Anoka-Hennepin, localizado no estado americano de Minnesota.

A controvérsia começou quando Nick Himley – como agora é conhecido o estudante – foi impedido de frequentar os banheiros masculinos da escola, quando competia no time de natação masculino em 2016.

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A organização American Civil Liberties Union (ACLU) processou a escola e conseguiu recentemente a compensação financeira a Himley.

“Acabamos de encerrar nossa coletiva de imprensa, falando sobre um grande acordo para nosso cliente N.H. do Distrito Escolar de Anoka-Hennepin. Resumindo: esta é uma grande vitória para N.H. e uma grande vitória para estudantes transgêneros”, escreveu a ACLU.

Em comunicado, Nick Himley disse que:

“Eu nunca quero que nenhum aluno experimente a discriminação e a crueldade que experimentei com os adultos em minha escola. Significa muito ver os tribunais protegerem estudantes transgêneros como eu. O acordo de hoje deixa muito claro que segregar estudantes transgêneros não apenas nos desumaniza, como viola nossos direitos legais.”

O advogado da ACLU comemorou o resultado do processo e afirmou que:

“Os maus tratos de Nick por Anoka-Hennepin foram inconstitucionais e desnecessários, e esperamos que este acordo avise todos os outros distritos escolares de Minnesota de que a discriminação não será tolerada. Nossos alunos LGBTQ, como todos os alunos, devem ter igual acesso à educação, programas e atividades extracurriculares, não ser condenados ao ostracismo com base em sua identidade de gênero.

Em setembro do ano passado, lembrou o Breitbart, a corte de apelação do estado de Minnesota decidiu que distritos escolares não podem negar acesso a banheiros masculinos a estudantes transgêneros que se identifiquem com o sexo oposto ao do banheiro.