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Grandes grupos de comunicação e redes sociais, com a ajuda de sociedades médicas, atacam e censuram médicos individuais que cometem o “crime” de salvar pacientes através do tratamento precoce. Em um relato que circula nas redes sociais, um paciente conta como a coragem de uma médica salvou a sua vida: “ela dissolveu uma cápsula de hidroxicloroquina e colocou para nebulização. Vi meu oxímetro subir na hora”, contou. Mais tarde, recuperado graças à ação da médica, o paciente conta que ficou sabendo que a médica havia sido demitida. O seu ato não estava no protocolo do hospital.

Médicos precisam salvar vidas sob sigilo para não serem perseguidos por seus colegas e pela mídia ou censurados nas redes sociais. Mas essa situação tem uma razão muito mais simples do que parece.

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Mesmo com um grande volume de estudos sobre certos medicamentos e evidências mais do que suficientes, além do próprio bom senso que orienta médicos a não negar tratamento existente a pacientes com probabilidade grande de agravamento e morte, o negacionismo ganha adeptos quanto maior a exposição às notícias sobre vacinas salvadoras. Mas não é só a fé nas vacinas que impulsiona o negacionismo do tratamento precoce. Trata-se de uma questão jurídica bem conhecida pelos interessados. O fato é que só a inexistência de um tratamento precoce é que sustentaria juridicamente a aprovação emergencial de vacinas, tal como querem as empresas interessadas.

Junto da indústria, jornais pressionam e fazem coro ao poderoso lobbismo sanitário para a ampliação de experimentos em massa, todos justificados por uma consciente manutenção do sofrimento e ampliação das mortes. Sem informar a sociedade sobre os riscos reais (ditos desconhecidos por muitas empresas), governo e os jornais mancomunados com lobbys internacionais, levam o povo a se submeter voluntariamente a experimento sem consentimento devidamente informado. Um evidente crime contra a humanidade, que está sendo feito com o amparo da legislação vigente.

Em janeiro, a Agência Nacional de vigilância Sanitária (Anvisa) declarou que a aprovação emergencial de vacinas se justifica “porque não há tratamento precoce contra a doença”. A declaração está presente no Relatório de Bases Técnicas para Decisão do Uso Emergencial de Vacinas contra a Covid-19. Nos EUA, país fortemente dominado pelo lobby da indústria farmacêutica, a Food and Drug Administration (FDA) já possui protocolos para a aprovação e avaliação de usos emergenciais de medicamentos e vacinas. No Brasil, porém, é a primeira vez que isso é usado.

Conforme explica o relatório, recentemente foi a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) que forneceu base técnica à Anvisa alegando a não existência de tratamento precoce para Covid-19. No entanto, foi em dezembro de 2020 que a Diretoria Colegiada da Anvisa concedeu “autorização temporária de uso emergencial, em caráter experimental, de vacinas Covid-19”. Antes disso, porém, a fatídica lei 13.979, de 6 de fevereiro de 2020, já havia determinado que a Anvisa passa a ser dispensável para a aprovação de uma vacina no Brasil. E o dever do Estado em prover a saúde?

Um recente artigo do site Conjur, dá um detalhe ainda mais claro e mostra como a legislação já existente pôde agora amparar moralmente o negacionismo criminoso de parte das autoridades.

“Aliás, o próprio Supremo Tribunal Federal, muito antes da pandemia do coronavírus, já havia decidido em sede de repercussão geral (Tema 500) que é possível a concessão judicial de medicamento sem registro sanitário, em caso de mora irrazoável da Anvisa em apreciar o pedido (prazo superior ao previsto na Lei nº 13.411/2016), quando preenchidos três requisitos: 1) a existência de pedido de registro do medicamento no Brasil (salvo no caso de medicamentos órfãos para doenças raras e ultrarraras); 2) a existência de registro do medicamento em renomadas agências de regulação no exterior; e 3) a inexistência de substituto terapêutico com registro no Brasil. (grifo nosso).

Tudo isso dá segurança jurídica e moral para a atitude criminosa da ampla maioria dos jornais que, mesmo diante de evidências científicas, negam a existência de tratamento precoce para Covid. Essa é a base que os sustenta para passar por cima de vidas humanas em sofrimento em benefício da maior venda de vacinas experimentais por empresas que pressionam governos para efetuar verdadeiros experimentos a céu aberto, usando a população como cobaia.

Sem considerar a relação de outros países com a indústria internacional de vacinas, que muitas vezes é complexa e até questionável, o governo brasileiro consentiu, na lei de 6 de fevereiro de 2020, que a aprovação de vacinas no exterior fosse suficiente para a aceitação em solo brasileiro. Algo que poderia ser classificado como irresponsável e até omissão do dever do Estado com a saúde dos brasileiros, se houvesse mínima discrição de juízo sobre o que é e como se dá a atuação política das chamadas “big pharma”. Talvez a recente chantagem promovida pela Pfizer tenha aberto os olhos do Presidente para o erro que cometeu ao assinar aquela lei.

“Artigo 3º — (…)
VIII. autorização excepcional e temporária para a importação e distribuição de quaisquer materiais, medicamentos, equipamentos e insumos da área de saúde sujeitos à vigilância sanitária sem registro na Anvisa considerados essenciais para auxiliar no combate à pandemia do coronavírus, desde que: (redação dada pela Lei nº 14.006, de 2020)
a) registrados por pelo menos uma das seguintes autoridades sanitárias estrangeiras e autorizados à distribuição comercial em seus respectivos países: (redação dada pela Lei nº 14.006, de 2020)
1) 
Food and Drug Administration (FDA); (incluído pela Lei nº 14.006, de 2020)
2) 
European Medicines Agency (EMA); (incluído pela Lei nº 14.006, de 2020)
3) 
Pharmaceuticals and Medical Devices Agency (PMDA); (incluído pela Lei nº 14.006, de 2020)
4) National Medical Products Administration (NMPA); (incluído pela Lei nº 14.006, de 2020)”.

Agora que se acumulam mortes associadas à vacina de Oxford, o que fez com que diversos países suspendessem vacinações, o Brasil continua considerando a possibilidade de uso emergencial, onde passam de 100 as suspeitas de morte ligadas às vacinas Coronavac e Oxford. A vacinação da Pfizer foi denunciada no Tribunal Internacional de Haia por experimento médico sem consentimento informado da população. O erro pode se tornar uma tragédia, principalmente se considerarmos alertas feitos por cientistas ligados à própria indústria das vacinas, como o phD Geert Vande Bosschle, que previu o que ele chama de “fuga imunológica” que pode gerar variações mais perigosas e virulentas da Covid após vacinações em massa como esta que vem sendo defendida e feita em todo o mundo.