FOTÓGRAFO: Rob Elliott. LOCAL: Phnom Pehn, Camboja. Esqueletos em um museu em Phnom Pehn (Camboja) vitimados pelo Regime Khmer Vermelho.
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O filósofo Olavo de Carvalho disse em postagem nas suas redes sociais que Bolsonaro errou ao aceitar conviver com partidos genocidas (comunistas), o que teve o efeito de acabar sendo chamado, ele próprio, de genocida. O filósofo afirmou que o sentido figurado da palavra genocida usado contra o presidente acaba tendo o mesmo peso do sentido literal atribuído a partidos comunistas. Revolucionários de esquerda foram os culpados da maior parte das mortes causadas por governos no século 20.

Olavo de Carvalho escreveu:

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Está vendo, sr. Presidente? Ao aceitar a convivência com partidos de genocidas — no sentido literal e exato do terrmo –, o senhor os convidou a carimbá-lo de genocida em sentido figurado, com a mesma conotação hedionda do termo literal.

Militantes fizeram protestos em Brasília acusando Bolsonaro de genocida, pois atribuem ao presidente as mortes da pandemia. Esquerda e jornalistas negam a existência de tratamento para Covid-19 e impedem que médicos deem receitas. No Rio Grande do Sul, o PSOL entrou com pedido de proibição de remédios para doentes nas fases iniciais da doença. No entanto, Bolsonaro é chamado de genocida por “negligências na pandemia”, incluindo a defesa do uso de medicamentos para tratamento de Covid.

A polêmica em torno do adjetivo de genocida atribuído a Bolsonaro se deu quando o youtuber e guru do Ministro Roberto Barroso, Felipe Neto, chamou Bolsonaro de genocida, o que foi respondido com possível indiciamento sob a Lei de Segurança Nacional, mesma lei usada pelo Ministro Alexandre de Moraes contra o deputado Daniel Silveira. Depois disso, celebridades da esquerda começaram a repetir o chavão em desafio ao governo e vitimizados pelo uso de lei do tempo da ditadura, que na verdade tem sido usada apenas pelo STF contra jornalistas, blogueiros e parlamentares que criticam a suprema corte.

No entanto, a ideologia dos ofendidos é a mesma que matou mais de 100 milhões de pessoas no século 20. Neste sentido, Olavo de Carvalho critica a apatia e até omissão do governo em punir os verdadeiros genocidas.

O comunismo matou muito mais do que o nazismo, segundo a literatura histórica mais atualizada. Isso faz da maioria dos partidos políticos brasileiros cúmplices dos maiores genocídios do século 20. O filósofo acredita que Bolsonaro devia ter extinguido todos os partidos genocidas da política no início de seu mandato.

Apesar de tudo, nenhum partido comunista rejeita a ideologia que matou milhões de pessoas e afirmam que o verdadeiro socialismo ainda não foi aplicado de maneira perfeita.