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Geert Vander Bossche, pHD,
virologista, especialista em vacinas e antigo funcionário da GAVI e Fundação Bill e Melinda Gates.
Tradução: Hélio Costa Jr.
Edição e revisão: Cristian Derosa

A todas as autoridades, cientistas, especialistas e a quem isto mais interessa, a população mundial.

Posso ser tudo, menos contrário às vacinas. Como cientista, não costumo apelar a qualquer plataforma deste tipo para tomar posição sobre assuntos relacionados a elas. Como dedicado virologista e especialista em vacinas, apenas me pronuncio quando autoridades médicas permitem vacinações que ameaçam a saúde pública, principalmente quando evidências científicas são ignoradas. A gravidade da situação me força a divulgar este alerta. Uma intervenção humana sem precedentes, como esta da pandemia da covid-19, está prestes a gerar uma catástrofe global nunca antes vista. Portanto, este apelo precisa ser alto e claro.

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Como declarado, não sou contrário à vacinação. Pelo contrário, posso assegurar que cada uma das vacinas atuais foi desenhada, desenvolvida e produzida por cientistas brilhantes e competentes. No entanto, este tipo de vacina profilática é completamente inadequada e altamente perigosa quando empregada em campanhas de vacinação em massa durante pandemias. Vacinologistas, cientistas e clínicos seduziram-se pelos efeitos de curto prazo de patentes específicas, de modo que parecem não se importar com as consequências desastrosas para saúde global. A não ser que provem que estou errado, é difícil entender como as intervenções humanas atuais irão prevenir que novas variantes se transformem em monstros. Correndo contra o tempo, estou ainda terminando meu artigo científico, cuja publicação infelizmente chegará tarde demais, dada a crescente ameaça de variantes altamente infecciosas e de rápida proliferação.

Este é o motivo pelo qual eu decidi publicar minhas pesquisas recentes, assim como a conferência que dei na Vaccine Summit, pelo LinkedIn, em Ohio. Na última segunda-feira, forneci a organizações internacionais, entre elas a Organização Mundial da Saúde (OMS), minhas análises da atual pandemia, baseadas em dados científicos sobre a biologia imunológica da covid-19. Dado o nível de emergência, alertei a todos que considerassem minhas preocupações, cujas razões são suficientes para se iniciar um debate sobre as consequência de um futuro escape imunológico. Para os que não são especialistas, anexo abaixo uma versão mais acessível e compreensível da ciência por trás deste fenômeno.

Embora não haja tempo de sobra, até agora não obtive respostas. Especialistas e políticos mantiveram-se em silêncio. Obviamente, estão ansiosos para falar sobre relaxar as restrições e a chegada de uma “primavera da liberdade”. Minhas declarações não são baseadas em outros dados que não os científicos e devem ser refutadas somente pela ciência. Em um momento em que qualquer pessoa pode fazer declarações cientificamente incorretas sem poder ser criticada por cientistas, parece que a elite científica tem aconselhado silêncio dos líderes mundiais.

Evidências científicas suficientes foram colocadas na mesa. Infelizmente, elas permanecem intocadas por aqueles que têm o poder de agir. Por quanto tempo podem ignorar um problema quando se tem tamanhas evidências de que um escape imunológico está ameaçando a humanidade? Dificilmente poderíamos afirmar ignorância a respeito disto – ou que não fomos avisados. Nesta carta agonizante, coloco toda minha reputação e credibilidade em risco. Espero de vocês, guardiões da humanidade, ao menos o mesmo. É de extrema urgência. Abram o debate.

Emergência de Saúde Pública Internacional

Por que a vacinação em massa durante a pandemia criaria um monstro? A questão é: por que ninguém parece se importar sobre a fuga imunológica? Deixe-me explicar por meios mais simples este fenômeno: resistência antimicrobial. Pode-se facilmente extrapolar esse flagelo para a resistência aos nossos próprio antibióticos antivirais. De fato, anticorpos produzidos por nosso sistema imune podem ser considerados antibióticos naturais, independente deles serem parte do sistema imune inato ou provocados em resposta a um agente patogênico específico. O natural não é acionado por um germe específico, enquanto o adquirido precisa necessariamente de um invasor.

Quando nascemos, nosso sistema imune inato é “inexperiente” mas já bem estabelecido. Nos protege de inúmeros agentes patogênicos, evitando que causem doenças. Como o sistema imune inato não pode recordar dos agentes patogênicos encontrados (ele possui o que se chama “memória imunológica”), nós podemos apenas confiar que ele continuará “treinado” o suficiente. O treinamento é obtido por exposições regulares à uma miríade de agentes do ambiente, entre eles os patogênicos. No entanto, conforme envelhecemos, somos expostos a situações nas quais o sistema imune inato (como se costuma dizer, “a primeira linha de defesa imunológica”) não é forte o suficiente para impedir os agentes patogênicos na porta de entrada (geralmente as barreiras de mucosas respiratórias ou epitélio intestinal). Quando isto acontece, o sistema imune depende de vetores especiais do próprio sistema (i.e., antgen-specifc Abs and T cells) para enfrentar o agente patogênico. Então, ao envelhecer nós aumentamos a imunidade a agentes patogênicos, incluindo os altamente específicos. Como estes possuem forte afinidade pelo patogênico (e.g vírus) e podem alcançar altas concentrações, podem facilmente superar o nosso sistema natural para se ligarem ao patogênico/vírus. É precisamente este tipo altamente específico de alta afinidade que as vacinas da covid-19 atuais induzem. Claro, o propósito nobre deste é nos proteger contra a covid-19.

Então, por que haveria preocupação com o uso de vacinas para combater a covid-19?

Semelhante às regras que se aplicam aos antibióticos antimicrobianos clássicos, é fundamental que nossos “antibióticos antivirais” naturais sejam disponibilizados em concentração suficiente e adaptados às características específicas do inimigo. É por isso que, no caso de doenças bacterianas, é fundamental não apenas escolher o tipo certo de antibiótico (com base em resultados de antibiograma), como utilizar o antibiótico por tempo suficiente (de acordo com a prescrição). O não cumprimento desses requisitos arrisca conceder aos micróbios chance de sobreviverem e, portanto, causar o agravamento da doença. Um mecanismo muito semelhante também pode se aplicar ao vírus, especialmente aos que sofrem mutação rápida (como é o caso dos Coronavírus); quando a pressão exercida pela defesa imunológica do exército (leia-se população) começa a ameaçar a replicação e transmissão viral, o vírus assumirá outra capa, de modo que não pode mais ser facilmente reconhecido e, portanto, atacado pelo sistema imunológico do hospedeiro. O vírus torna-se capaz de fugir da imunidade (a chamada fuga imunológica). No entanto, o vírus só pode contar com essa estratégia se ainda tiver espaço suficiente para se replicar.

Ao contrário da maioria das bactérias, os vírus dependem de células hospedeiras vivas para se replicar. É por isso que a ocorrência de ‘mutações de fuga’ não é muito preocupante quando a probabilidade dessas variantes encontrarem rapidamente outro hospedeiro é bastante remota. No entanto, esse não é particularmente o caso durante uma pandemia viral! Durante uma pandemia, o vírus está se espalhando por todo o mundo, com muitos indivíduos espalhando e transmitindo o vírus (até mesmo incluindo ‘portadores’ assintomáticos). Quanto maior a carga viral, maior a probabilidade de o vírus se deparar com indivíduos que ainda não foram infectados ou que foram infectados, mas não desenvolveram sintomas. A menos que sejam suficientemente protegidos por sua defesa imune inata, eles pegarão a doença Covid-19, pois não podem contar com anticorpos adquiridos. Foi amplamente relatado, de fato, que o aumento no anticorpo específico de S (Abs) em pessoas infectadas de forma assintomática é bastante limitado e tem vida curta. Além disso, esses anticorpos não atingiram a maturidade total.

A combinação entre a infecção viral em um fundo de maturidade e a concentração de anticorpos imaturos, permite que o vírus selecione mutações, permitindo-lhe escapar da pressão imunológica. A seleção dessas mutações ocorre preferencialmente na proteína S, pois esta é a proteína viral responsável pela infecciosidade viral. Como as mutações selecionadas conferem ao vírus uma capacidade infecciosa aumentada, então fica muito mais fácil para o vírus causar doenças graves em indivíduos infectados. Quanto mais pessoas desenvolverem doenças sintomáticas, melhor o vírus pode assegurar sua propagação e perpetuação (pessoas que contraem doenças graves irão liberar mais vírus e por um período mais longo do que os indivíduos assintomáticos). Infelizmente, apesar da curta duração dos anticorpos específicos S (adquiridos), ela é suficiente para contornar o anticorpo inato (natural). Estes são colocados “fora do mercado” porque sua afinidade por Sis (patógeno) é menor do que a do anticorpo específico para S.

Isso quer dizer que em uma taxa crescente de infecção na população, o número de indivíduos infectados com aumento de anticorpos específicos S aumentará de forma constante. Ao mesmo tempo, aumenta o número de indivíduos infectados com uma diminuição momentânea em sua imunidade inata. Como resultado, um número cada vez maior de indivíduos se tornará mais suscetível a contrair doenças graves em vez de mostrar apenas sintomas leves (isto é, limitados ao trato respiratório superior) ou nenhum sintoma. Durante uma pandemia, serão os jovens especialmente afetados por essa evolução, pois seus anticorpos naturais ainda não foram amplamente substituídos por uma panóplia de anticorpos ‘adquiridos’ e específicos para os antígenos.

Os anticorpos naturais e a imunidade natural em geral desempenham um papel crítico na proteção contra patógenos, pois eles constituem nossa primeira linha de defesa imunológica. Em contraste com a imunidade adquirida, as respostas imunológicas inatas protegem contra um grande espectro de patógenos (portanto, não comprometa ou sacrifique sua defesa imunológica inata!). Como o anticorpo natural e as células imunes inatas reconhecem um espectro diversificado de agentes estranhos (ou seja, não próprios) (apenas alguns dos quais têm potencial patogênico), é importante, de fato, mantê-lo suficientemente exposto aos desafios ambientais. Mantendo o sistema imunológico inato (que, infelizmente, não tem memória!) TREINADO, podemos resistir com muito mais facilidade aos germes que têm potencial patogênico real. Por exemplo, foi relatado e cientificamente comprovado que a exposição a outros Coronavírus bastante inofensivos que causam um “resfriado comum” pode fornecer proteção, embora de curta duração, contra Covid-19 e seus seguidores leais (ou seja, as variantes mais infecciosas) .

A supressão da imunidade inata, especialmente nas faixas etárias mais jovens, pode, portanto, se tornar muito problemática. Não há dúvidas de que a falta de exposição provocada por medidas de contenção rigorosas implementadas desde o início da pandemia não foi benéfica para manter o sistema imunológico inato das pessoas bem treinado. Como se isso já não estivesse comprometendo fortemente a defesa imunológica inata neste segmento populacional, surge mais uma força em jogo que aumentará dramaticamente as taxas de morbidade e mortalidade nos grupos de idade mais jovem: vacinação em massa em idosos.

Quanto mais extensivamente o grupo etário mais velho for vacinado e, portanto, protegido, mais o vírus é forçado a continuar causando doenças em grupos de idades mais jovens. Isso só será possível quando há a fuga para os anticorpos S-específicos, que são momentaneamente aumentados em indivíduos que já foram infectados de forma assintomática. Se o vírus conseguir fazer isso, ele pode se beneficiar da imunidade inata suprimida (momentaneamente), causando doenças em um número cada vez maior desses indivíduos e garantindo sua própria propagação. Selecionar mutações direcionadas na proteína S é, portanto, o caminho a percorrer para que o vírus aumente sua infecciosidade em candidatos que são propensos a contrair a doença por causa de uma fraqueza transitória de sua defesa imune inata.

Mas, nesse sentido, também estamos enfrentando um grande problema com as pessoas vacinadas, pois elas são cada vez mais confrontadas com variantes infecciosas exibindo um tipo de proteína S que é cada vez mais diferente da edição S incluída com a vacina (a última edição origina-se da cepa original, muito menos infecciosa no início da pandemia). Quanto mais variantes se tornam infecciosas (isto é, como resultado do bloqueio do acesso do vírus ao segmento vacinado da população), menos o anticorpo vacinal protegerá. Já agora, a falta de proteção está levando à eliminação e transmissão viral em receptores de vacina que estão expostos a essas cepas mais infecciosas (que, a propósito, cada vez mais dominam o campo). É assim que estamos transformando vacinados em portadores assintomáticos, liberando variantes infecciosas. Em algum ponto, provavelmente em um futuro muito próximo, será mais lucrativo (em termos de ‘retorno sobre o investimento seletivo’) para o vírus apenas adicionar mais algumas mutações (talvez apenas uma ou duas) à proteína S do vírus variante (já dotadas de múltiplas mutações que aumentam a infecciosidade) em uma tentativa de fortalecer ainda mais sua ligação ao receptor (ACE-2) expresso na superfície das células epiteliais permissivas.

Isso agora permitirá que a nova variante supere os anticorpos vacinais para se ligar ao receptor ACE. Isso quer dizer que, neste estágio, seriam necessárias apenas algumas mutações direcionadas adicionais dentro do domínio de ligação ao receptor viral para resistir totalmente ao anticorpo anti-Covid-19 específico para S, independentemente de as últimas serem provocadas pela vacina ou por infecções naturais. Nesse estágio, o vírus terá, de fato, conseguido obter acesso a um grande reservatório de indivíduos que agora se tornaram altamente suscetíveis à doença, já que seus anticorpos específicos para S se tornaram inúteis em termos de proteção, mas ainda conseguem fornecer por muito tempo a supressão de sua imunidade inata durante a vida (isto é, infecção natural e, especialmente, vacinação, além de hábitos específicos de vida relativamente longa).

O reservatório suscetível compreende tanto as pessoas vacinadas quanto aquelas que ficaram com Ab suficiente S-específico devido à doença de Covid-19 anterior). Portanto, missão realizada para Covid-19, mas uma situação desastrosa para todos os indivíduos vacinados e pessoas soropositivas para Covid-19, pois agora eles perderam ambas, sua defesa imune adquirida e inata contra Covid-19 (enquanto cepas altamente infecciosas estão circulando!). Isso é “um pequeno passo para o vírus, uma catástrofe gigante para a humanidade”, o que significa que teremos estimulado o vírus na população mais jovem a um nível que agora exige pouco esforço para a Covid-19 se transformar em um vírus altamente infeccioso que ignora completamente tanto o braço inato de nosso sistema imunológico, quanto o adaptativo/adquirido (independentemente de o Abs adquirido resultar de vacinação ou infecção natural).

Assim, o esforço para o vírus está se tornando ainda mais insignificante, uma vez que muitos receptores da vacina estão agora expostos a variantes virais altamente infecciosas enquanto receberam apenas uma única injeção da vacina. Consequentemente, eles são dotados de anticorpos que ainda não adquiriram funcionalidade perfeita. Não há necessidade de explicar que isso só vai aumentar ainda mais a fuga imunológica. Basicamente, em breve seremos confrontados com um vírus super infeccioso que resiste completamente ao nosso mecanismo de defesa mais precioso: o sistema imunológico humano.

Diante de tudo isso, está se tornando cada vez mais difícil imaginar como as consequências da extensa e errônea intervenção humana nesta pandemia não irão destruir grande parte de nossa população humana. Só se podia pensar em muito poucas outras estratégias para atingir o mesmo nível de eficiência ao transformar um vírus relativamente inofensivo em uma arma biológica de destruição em massa. Certamente, também vale a pena mencionar que mutações na proteína S (ou seja, exatamente a mesma proteína que está sujeita à seleção de mutações de escape) são conhecidas por permitir que os Coronavírus cruzem as barreiras das espécies. Isso quer dizer que o risco de que o escape imunológico mediado pela vacina possa permitir que o vírus se espalhe para outras espécies animais, especialmente gado industrial (por exemplo, criações de suínos e aves), não é desprezível. Essas espécies já são conhecidas por hospedar vários Coronavírus diferentes e geralmente são alojadas em fazendas com alta densidade de estocagem. Semelhante à situação com o vírus da gripe, essas espécies poderiam servir como um reservatório adicional para o vírus SARS-COVID-2.

Como os patógenos co-evoluíram com o sistema imunológico do hospedeiro, as pandemias naturais de infecções virais autolimitadas agudas foram moldadas de forma a causar danos em vidas humanas que não são maiores do que o estritamente necessário. Devido à intervenção humana, o curso desta pandemia foi totalmente perturbado desde o início. Medidas de prevenção de infecção que foram generalizadas e rigorosas, combinadas com campanhas de vacinação em massa usando vacinas inadequadas, sem dúvida levarão a uma situação em que a pandemia está ficando cada vez mais ‘fora de controle’.

Paradoxalmente, a única intervenção que poderia oferecer uma perspectiva para acabar com esta pandemia (além de deixá-la seguir seu curso desastroso) é … VACINAÇÃO.

Claro, o tipo de vacinas a ser usado seria completamente diferente das vacinas convencionais, pois não estão induzindo os suspeitos usuais, ou seja, células B e T, mas células NK. Existem, de fato, evidências científicas convincentes de que essas células desempenham um papel fundamental na facilitação da eliminação completa de Covid-19 em um estágio inicial da infecção em indivíduos infectados assintomática. As células NK fazem parte do braço celular de nosso sistema imunológico inato e, assim como os Abs naturais, são capazes de reconhecer e atacar um amplo e diversificado espectro de agentes patogênicos. Há um bom raciocínio científico ao supor que é possível ‘preparar’ as células NK de maneiras para que reconheçam e eliminem os Coronavírus em geral (incluindo todas as suas variantes) em um estágio inicial da infecção. Cada vez mais, as células NK têm sido descritas como dotadas da capacidade de adquirir memória imunológica. Ao educar essas células de forma a permitir que elas reconheçam e tenham como alvo células infectadas por Coronavírus de maneira duradoura, nosso sistema imunológico poderia estar perfeitamente armado para um ataque direcionado ao universo de Coronavírus antes da exposição.

Como a defesa imunológica baseada em células NK fornece imunidade esterilizante e permite amplo espectro e proteção rápida, é razoável supor que o aproveitamento de nossas células imunes inatas será o único tipo de intervenção humana para interromper a disseminação perigosa de variantes da Covid-19 altamente infecciosa. Se nós, seres humanos, estamos comprometidos em perpetuar nossa espécie, não temos escolha a não ser erradicar essas variantes virais altamente infecciosas. Isso, de fato, exigirá grandes campanhas de vacinação. No entanto, as vacinas baseadas em células NK permitirão principalmente que nossa imunidade natural seja melhor preparada (memória!) e induziria a imunidade coletiva (que é exatamente o oposto do que as vacinas Covid-19 atuais fazem, visto que cada vez mais transformam os receptores da vacina em portadores assintomáticos que estão espalhando vírus). Portanto, não há um segundo sobrando para que as engrenagens sejam trocadas e substituam as vacinas assassinas atuais por vacinas que salvam vidas. Apelo à OMS e todas as partes interessadas envolvidas, independentemente da sua condenação, a declarar imediatamente tal ato como A ÚNICA EMERGÊNCIA DE SAÚDE PÚBLICA DE PREOCUPAÇÃO INTERNACIONAL.