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A médica cardiologista, ludhimila Hajjar, que segundo jornais está sendo cotada por Bolsonaro para assumir o Ministério da Saúde, foi coautora do famoso estudo de Manaus, interrompido após ter matado 11 pacientes com uma overdose de cloroquina, versão menos segura da hidroxicloroquina. O objetivo foi claramente atacar a propaganda que Bolsonaro vinha fazendo do medicamento, que apesar de já contar com diversos estudos favoráveis, ainda é boicotado e combatido nos jornais.

A notícia de que Ludhmilla se encontraria com Bolsonaro entusiasmou a esquerda e a grande mídia, principalmente após um tuíte do presidente da Câmara, Arthur Lira, ligado ao centrão. No Twitter, até um perfil fake da médica foi criado dizendo-se ministra nomeada e fazendo agradecimentos. Ela também é favorável a lockdown, obrigatoriedade de máscaras e monitoramento vigilante da sociedade, conforme defendeu em vídeos...

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