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Em caminhada despretensiosa pelas ruas de qualquer cidade do interior, é possível avistar, sem muita procura, diversas aglomerações de crianças e adolescentes. Algumas, felizes, olhos brilhando, a chutar bola e marcar gols entre traves improvisadas com algum objeto inerte, como se o tempo não houvesse passado e estivéssemos, ainda, em décadas em que toda criança tinha direito à infância. Outras, alienadas, sentadas nos meios fios com os olhos fixos na tela do celular, levantando-os de vez em quando para estabelecer contato mínimo com o ambiente real, sem sorrir, usando a boca apenas para soltar impropérios. Vemos, também, aglomerações ainda mais tristes, em volta de postes, em círculos, olhos vidrados, e o uso de drogas sem o menor receio de reprimenda.

Há, porém, um tipo de aglomeração de crianças e adolescentes que não temos visto, antes tão comum que parece loucura ser, agora, con...

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