Filmes de Hitchcock podem ser “cancelados” por serem “transfóbicos” e “homofóbicos”

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Shamley Productions/ Paramount Pictures
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Recentemente o canal americano Turner Classic Movies (TCM), dedicado a filmes clássicos do passado, anunciou uma nova série que visa colocar grandes produções do cinema sob o filtro do politicamente correto.

Nem os lendários filmes do diretor Alfred Hitchcock escaparam e acabaram entrando no matadouro da esquerda progressista.

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“Muitos dos adorados clássicos de que gostamos no TCM resistiram ao teste do tempo de várias maneiras, no entanto, quando vistos pelos padrões contemporâneos, certos aspectos desses filmes podem ser preocupantes e problemáticos”, esclareceu o canal, que ainda explicou que a série vai abordar como esses filmes “podem ser reformulados para que as gerações futuras mantenham seu legado vivo.”

Entre os clássicos de Hitchcock que entrarão na faca estão o mais famoso filme do diretor britânico, Psycho (em português, Psicose), lançado em1960, e Rope (em português, Festim Diabólico), lançado em 1948.

“Os jurados do TCM colocarão Psycho sob o microscópio por sua alegada representação da identidade de gênero e a forma como ele supostamente equipara o transgenerismo com doença mental e violência. O clássico de Hitchcock, lançado pela primeira vez em 1960, é estrelado por Anthony Perkins como um gerente de motel cuja personalidade dividida envolve vestir-se como sua falecida mãe para cometer um assassinato. Rope (1948), inspirado nos homicídios de Leopold e Loeb, conta a história de dois companheiros de quarto que se atrevem a esconder o corpo de sua vítima em seu apartamento em Nova York quando estão prestes a dar um jantar. Espera-se que TCM explore a visão do filme sobre o relacionamento gay dos protagonistas, escreveu o Breitbart.

No ano passado, o famoso filme E o Vento Levou foi tirado do ar pela HBO Max, sob acusações de que a produção fazia apologia ao racismo.