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Os veículos dos grandes grupos de comunicação, no Brasil, vêm empreendendo uma campanha negacionista contra o tratamento precoce, mesmo após crescente número de evidências. Agora, diante de informações de utilidade pública sobre reações adversas e até óbitos associados às vacinas disponíveis no país, jornais e checadores se unem para impedir que essas informações circulem, através do rótulo de fake news.

Nenhuma matéria desses veículos negou, até o momento, os dados abertos disponibilizados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) em seu painel de notificações de reações de medicamentos e vacinas.

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Repercutindo "checagens" de sites como a Lupa, Aos Fatos e outras agências financiadas internacionalmente, os jornais vêm atacando sites e postagens que mencionam suspeitas sobre vacinas. Essas suspeitas se baseiam em dados oficiais da Anvisa, mas para os jornais nenhum da...

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