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A recém criada Organização Mundial pela Vida (OMV) apresentou um recurso no Tribunal da União Europeia contra a autorização de vacinação experimental da Pfizer, na Itália. Por meio da advogada Renate Holzeisen, a entidade, que tem como secretário-geral o juiz e ex-senador Angelo Giorgianni, representa 36 funcionários italianos da saúde, entre médicos e enfermeiros, além de asilos de idosos, que há dois meses enfrentam grande pressão para serem vacinados com substâncias que não confiam e diante das informações de que as vacinas da Pfizer e Moderna vêm apresentando grandes efeitos adversos e mortes nos EUA e Reino Unido.

Na Itália, conforme legislação da União Europeia (UE), a vacina não pode ser obrigatória e a lei proíbe discriminação de quem não quiser ser vacinado.

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Em nota, a OMV ressalta que o pedido exige a interrupção da autorização, feita a partir do artigo 263 da Comissão Europeia, o que consideram centralizada e ilegítima.

“Os 36 demandantes são todos operadores da saúde (médicos, enfermeiras) ou asilos de idosos que há dois meses encontram-se em uma situação de contínuo aumento de pressão pela obrigação (ilegítima) de se vacinarem com substâncias que funcionam como terapia genética e que não passaram pelas etapas experimentais comuns”, disse o comunicado da Organização Mundial pela Vida, cujo secretário-geral é o ex-senador e juiz italiano Angelo Giorgianni.

De acordo com a OMV, a decisão da Comissão não apenas põe em risco a saúde dos cidadãos como viola o Direito Fundamental à Integridade Física, presente na Carta dos Direitos Fundamentais da UE, além dos direitos à saúde.

“Basta lembrar, por exemplo, que não foram realizados estudos sobre a correlação entre as referidas vacinas e outros medicamentos. Mas os riscos que envolvem este tipo de substância infelizmente não se limitam a isso, como mostram as opiniões científicas incluídas no recurso”, diz a nota da OMV.

O processo está pendente e seu resumo será publicado no Diário Oficial da UE, informa a nota. O recurso foi protocolado em regime de urgência dada a natureza do assunto.

Nos EUA e Reino Unido, as vacinas da Pfizer e Moderna vêm apresentando preocupantes taxas de reações adversas e óbitos após a vacinação. No Brasil, a vacina da Sinovac e a de Oxford já apresentaram reações, mas o Ministério da Saúde não disponibiliza monitoramento de reações a adversas de vacinas para consulta pública. Por todo o país, porém, médicos e enfermeiros relatam crescente número de casos, o que acaba alarmando a população diante da possibilidade dessas reações estarem sendo ocultadas pelo governo ou por jornais.