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Após virar notícia por acusar Bolsonaro de “perseguir pedófilos“, a extremista Debora Diniz ameaçou os jornais Gazeta do Povo e o site Estudos Nacionais, devido à polêmica causada pelas notícias a respeito de sua declaração. Na semana passada, ela acusou Bolsonaro de “perseguir pedófilos”. A ativista diz ter sido alvo de ameaças de morte após a divulgação de sua fala polêmica, feita em seu perfil público no Instagram. Um dia após declaração, ela negou defender a pedofilia, mas disse que problema é “inimigo fantasioso”.

Ela também exigiu do Twitter que censure o perfil do presidente da República, Jair Bolsonaro, a exemplo do que fez com Donald Trump.

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A ativista do aborto atacou o jornalismo da Gazeta e do EN, classificando-o de “ataque bolsonarista” e pede a censura e perseguição de jornais, por meio de um apelo à milícia Sleeping Giants, que promove boicote ideológico a blogueiros e jornalistas independentes sob acusação de “discurso de ódio”.

Debora Diniz, conhecida por comandar a ONG Anis Bioética, financiada pelo polêmico magnata George Soros, disse em seu perfil no Twitter:

“Peço aos @slpng_giants_pt que olhem se há monetização por anunciadores na Gazeta do Povo e nos Estudos Nacionais. A maldade provocou uma sequência de violência e ameaças de morte. O ataque bolsonarista a mim saiu dali”, declarou a ativista.

A ativista chegou a apelar ao Twitter, em postagem em inglês, para que a rede social censure o presidente Jair Bolsonaro, a exemplo do que a empresa já fez com o presidente norte-americano, Donald Trump, em um ato criticado por líderes mundiais como um atentado a direitos fundamentais.

Após a repercussão da declaração da semana passada, Debora Diniz negou que tenha defendido pedófilos, mas colocou o problema das armas como algo mais preocupante do que a pedofilia. Ela explicou que se referia ao “discurso bolsonarista” de perseguição a pedófilos, que segundo ela, trata-se de um “Cavalo de Tróia” para a agenda que visa algo pior: garantir direitos de legítima defesa de cidadãos, o que ela considera uma causa “fanática”. Quanto aos pedófilos, Diniz classificou o problema como um falso problema, um “fantasioso inimigo”.

Jornais como o El Pais, do qual Debora é colunista, saíram em defesa da extremista financiada por George Soros. Para eles, houve uma “armação da rede bolsonarista para insuflar ódio a Debora Diniz”. Segundo o jornal, os sites retiraram a frase de Diniz do contexto para “fazer parecer que ela apoia a pedofilia”. Classificando como “operação”, a conspiração referida pelo El Pais visa ressuscitar a teoria do “gabinete do ódio”, segundo a qual internautas fariam parte de uma organização centralizada para a disseminação de notícias falsas contra ativistas e para desacreditar jornais alinhados às grandes fortunas e grupos de comunicação.

Debora Diniz é defensora convicta da legalização do assassinato intrauterino, que mata mais de 500 mil bebês não nascidos no Brasil, de acordo os dados defendidos pela própria ativista.