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A falta de transparência do Ministério da Saúde sobre eventos adversos de vacinas está criando um clima de suspeita sobre o número de óbitos ocorridos logo após a vacinação. Com eventos semelhantes em outros países, médicos começam a demonstrar preocupação com efeitos de vacinas.

O território britânico de Gibraltar, no sul da Espanha, apresentou aumento considerável de mortes imediatamente após o início da vacinação no país, na qual foi usada a vacina de Rna da Pfizer. Embora a agência Reuters tenha afirmado que ainda “não há evidências que liguem as mortes à vacinação”, a relação vai ficando mais forte à medida que surgem relatos semelhantes em outros países.

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Nos EUA e Reino Unido foi registrado um aumento recorde no número de mortes após o início da vacinação com o produto da Pfizer e da Moderna. O Centro de Controle de Doenças (CDC) alega que essas mortes poderiam ser maiores se não fossem as vacinas, mas segundo dados do próprio órgão já foram registradas 500 mortes de vacinados.

No Brasil, embora o Ministério da Saúde não disponibilize dados de reações adversas ligadas a vacinas, médicos vêm demonstrando preocupação com os registros de mortes de médicos após a vacinação. Alguns relataram ter atendido reações adversas da vacina de Oxford. O sistema usado pelo governo é o da Vigimed, plataforma que oferece apenas o serviço de notificação, mas não dispõe de um banco de dados sobre efeitos adversos, óbitos etc.

O caso do médico gastroenterologista, Antonio Marcos Raimondi, de 52 anos, que morreu pouco tempo após a primeira dose da vacina, assustou alguns colegas. Ele chegou a dar entrevista dizendo que “a vacina é a esperança de conter a pandemia”. Entidades médicas e jornais vêm combatendo outras soluções, como o tratamento precoce já consagrado por várias evidências. Toda a esperança tem sido concentrada nas vacinas, motivo de verdadeira guerra econômica das farmacêuticas.

A médica paraense Ivana Carmen, 58 anos, falecida recentemente, foi registrada como “óbito confirmado para covid”, mas ela havia tomado a vacina apenas dez dias antes. Casos como o dela podem ser mais comuns do que se imagina, já que o Ministério da Saúde não disponibiliza dados sobre este tipo de evento.