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A extremista Débora Diniz, defensora do assassinato intrauterino por envenenamento salino, desmembramento e outros métodos, recuou após ter acusado Bolsonaro de promover uma “perseguição a pedófilos”. Após repercussão negativa de sua fala, a ativista negou ter defendido pedofilia e explicou que se referia a uma “agenda oculta” para facilitar ampliação do direito à legitima defesa. Pedófilos, segundo ela, são “inimigo fantasioso”.

Em nova manifestação pelo Instagram, a defensora do desmembramento fetal disse:

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“Pedofilia é abominável. Mas por que unir pedofilia às armas e ao agronegócio?”, reclamou. Debora Diniz vê ameaça “escondida” de “Cavalo de Tróia” e “terrível agenda das armas que matam crianças, mulheres, famílias”. Em um texto ambíguo que se dirige aos seus apoiadores, ela reclamou da falta de diálogo e da criação de “fantasioso inimigo”, provavelmente referindo-se aos pedófilos.

Contra aquilo que chama de “pautas emotivas” na política, Diniz é conhecida por pregar friamente o assassinato de bebês não nascidos no ventre de suas mães, o que a doutrina radical do feminismo classifica como um “direito das mulheres” que não queiram seus bebês.

De acordo com as estatísticas do Worldometer, o aborto, causa defendida pela extremista, mata cerca de 50 milhões de bebês não nascidos todos os anos, cifra considerada o maior genocídio em andamento. Em 2021, morreram cerca de 4 milhões de bebês no útero de suas mães, número que Diniz deseja ampliar através de sua militância. Para ela, porém, a maior ameaça à sociedade é a ampliação do direito à legítima defesa.

Em 2020, a ativista foi contra denunciar estupradores como condição para a realização do serviço de morte de bebês não nascidos, em caso de estupro. Segundo ela, as “pautas emotivas… agregam e escondem outros horrores em seu interior”, referindo-se à defesa do direito à legítima defesa pelo Governo.