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Com uma eleição marcada por disputa judicial e fraudes, Joe Biden toma posse em cerimônia vazia, com forte presença militar, acenando ao público inexistente por causa da pandemia. Ocorrida logo após o Twitter calar o presidente Donald Trump, a cerimônia de posse de Biden converte-se em ato simbólico que marca o fim da democracia como a conhecemos, quando grandes poderes mundiais finalmente alcançam o maior cargo do planeta, prometendo impor restrições e forte papel do Estado na vida das pessoas.

Cerca de 25 mil homens da Guarda Nacional foram deslocados para a capital para formar a fortaleza americana que recebe a cerimônia de posse do presidente democrata Joe Biden e da vice-presidente Kamala Harris. O agora ex-presidente, Donald Trump, não compareceu à posse e foi substituído pelo vice, Mike Pence. Lady Gaga cantou o Hino Nacional dos EUA.

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Biden entra de máscara, símbolo da submissão e do controle social da mídia e dos grandes grupos globais. Conhecido como um homem fraco, senil e com polêmicas envolvendo pedofilia, Biden é também associado ao poder político da China e das agendas de globalistas como George Soros, grande financiador do Partido Democrata.

Festejada cinicamente por todos os poderosos grupos mundiais como a “vitória da democracia”, a suspeita eleição de Biden ocorreu ao final de uma crise global que começou com a disseminação de um vírus pela China, país que Biden vem sendo perigosamente associado e em favor do qual promete atuar com todas as forças.

Aliado da China, principal rival comercial e político dos EUA e da democracia, Biden já iniciou prevendo investimentos bilionários do governo para supostamente “conter a pandemia” ou “ajuda aos necessitados”.

O forte esquema de segurança ocorre devido à ocupação do Capitólio por apoiadores de Trump, o que justificou um clima de desconfiança até mesmo nos jornalistas que cobriam o evento. Pode-se prever grandes convulsões na democracia americana para os próximos anos, assim como um clima de revolução em diversos outros países. Governos democratas têm histórico de provocar guerras e incentivar movimentos ultra-radicais pelo mundo, seguindo a cartilha do guru de Obama, o revolucionário Saul Alinski.