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Os grandes grupos de comunicação, aliados à indústria farmacêutica, parecem convencidos de que não existe tratamento para a Covid-19. Com isso, negam a eficácia de medicamentos cujos efeitos colaterais são insignificantes perto das evidências científicas que se acumulam todos os dias, seja em estudos clínicos ou na experiência prática de médicos na linha de frente. Mas a prática médica de negar o tratamento continua sendo a maior ameaça à saúde pública, de acordo com vários especialistas enfrentamento precoce da doença. Essa postura está literalmente matando pessoas.

Os negacionistas do tratamento precoce alegam que os medicamentos (HcQ, Azitromicina etc) não estão realmente fazendo a diferença, já que a imensa maioria das pessoas que pega a doença não desenvolve quadros graves. Então seria tudo uma imensa coincidência. Mas então por que os jornais estão assustando tanto a população ao ponto de omitirem informações, distorcer fatos e declarações, além de uma infinidade de mentiras?

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Quando o assunto é o tratamento precoce (também conhecido como Protocolo de Madri), a Covid parece ser só uma “gripezinha” bastando isolar o doente como um zumbi e aguardar que a sua morte ocorra ou não. Essa postura contraria justamente o expediente sensacionalista que alarma diariamente apelando ao medo social. O aparente temor que entidades médicas têm demonstrado sobre o tratamento precoce não aparece, por exemplo, quanto a tratamentos como a quimioterapia, que comprovadamente mata mais que o próprio câncer. Mas a alternativa ao câncer é a morte certa, dirão eles.

Mas e a Covid-19 não é tão mortal? Não é o medo da morte que estão sendo tão usado para justificar vacinações compulsórias, regimes de lockdown e a ampliação da autoridade médica internacional sobre a gestão sanitária dos países? Parece que o câncer merece um medicamento cuja chance é pequena, mas representa uma esperança, diferente da Covid-19, cuja única esperança é entrar para a estatística que será usada politicamente.

O uso político da pandemia já é responsável por quase um ano de mortes e descaso com a vida humana. Ao invés de admitirem seus erros, os jornais em conluio com entidades médicas obedientes aos interesses da indústria farmacêutica vêm acumulando derrotas e responsabilidade por um verdadeiro genocídio. Não sou eu que estou falando.

O doutor Wagner Malheiros tem denunciado o descaso de parte da comunidade médica, especialmente as entidades de infectologia e pneumologia, que responsabiliza pelas mortes ocorridas na pandemia. “Estão matando pessoas”, diz. Ele se revolta com a situação de que o boicote criminoso dessas entidades está levando pacientes a buscar no mercado negro os medicamentos para salvar suas vidas.

“Daqui a pouco vamos ter estabelecido traficantes para vender medicação que salva vidas. Vai ser mais fácil você comprar maconha e cocaína do que você comprar medicação que salva vidas. É uma barbaridade o que está acontecendo”, desabafa.

“Quem toma conta dos setores de emergência e pronto atendimento, no Brasil, são os recém formados. E essa pressão de sociedades, principalmente de infectologia e até pneumologia. Eles não estão dando o protocolo precoce”, conta. “Posso garantir uma coisa: as UTIs estão enchendo de pacientes porque o tratamento não vem sendo feito… Estão matando gente”, diz Malheiros, que tem 30 anos de experiência em UTIs.

“O que nós estamos vendo é um genocídio”.