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Lucas Campos

O Senado da Argentina aprovou o assassinato de bebês no ventre de suas mães até o terceiro mês e meio de gestação (14 semanas), mostrando que a agenda revolucionária segue a todo vapor no país. Com aquela mistura de cálculo e malícia, o texto legislativo fala eufemisticamente em “interrupção voluntária da gravidez”.

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A votação começou na tarde desta terça-feira (29) e se estendeu até a madrugada de quarta (30). Com 38 votos favoráveis e 29 contrários, o resultado surpreendeu a mídia local, que esperava uma disputa mais acirrada.

À medida que os números se consolidavam, feministas faziam festa nas ruas, celebrando satanicamente o culto à morte de crianças inocentes. Outro que celebrou foi o presidente socialista, Alberto Fernandes, cuja gestão, além de colocar a Argentina em uma situação econômica terrível com seus protocolos sanitários chineses, tem alavancado o avanço da Pátria Grande no país latino-americano, fortalecendo o domínio do Foro de São Paulo sobre o continente.

Com o infeliz resultado, mulheres (e adolescentes) argentinas maiores de 16 anos podem solicitar a morte do seu filho não nascido pelo sistema público de saúde, dando início ao financiamento governamental do genocídio. A América Latina jaz sob o maligno.