Homenagem a Marielle Franco em Florianópolis revolta catarinenses nas redes sociais

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A notícia publicada pela coluna do jornalista Fábio Gadoti, no jornal Notícias do Dia, provocou revolta em internautas na postagem do jornal no Facebook. Trata-se do projeto de lei da suplente do PT, Carla Ayres, que pretende dar o nome da vereadora do PSOL do Rio de Janeiro, Marielle Franco, ícone da extrema-esquerda brasileira, a um trecho da Avenida Hercílio Luz, no centro de Florianópolis.

Na rede social, quase todos os mais de 400 comentários eram de revolta e indignação, reprovando a escolha da extremista carioca como homenagem na cidade catarinense. “Não faz o menor sentido essa homenagem aqui em Santa Catarina”, disse um internauta.

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“Sem noção! Homenagem para heróis de verdade… Como a professora que morreu queimada p salvar as crianças.Tudo errado mesmo”, exclamou outra internauta, em uma referência que aparece em grande parte dos comentários. “Fala sério aquela professora que morreu salvando as crianças isso sim ia ser digno de homenagem”, lembrou outro.

A grande maioria dos comentários é de revolta contra a homenagem de uma personagem cara à esquerda, mas principalmente pelo fato de não ter sido escolhido um nome da cidade. Uma internauta sugeriu o nome da catarinense Zilda Arns, médica pediatra e sanitarista que fundou a Pastoral da Criança e em 2006 foi indicada ao Prêmio Nobel da Paz.

Marielle: ponta de lança de extremistas

Recentemente, uma professora foi demitida após “ensinar” que Bolsonaro teria mandado matar Marielle Franco, tese que passou a ser repetida pela esquerda principalmente após reportagem desmentida da Rede Globo, que insinuava ligação da família do presidente com a morte da vereadora.

O projeto que tramita na Câmara de Florianópolis, homenageia a vereadora assassinada em 2018. Personagem cara aos extremistas da esquerda mais radical, Marielle dá nome à fundação financiada pelo polêmico bilionário George Soros, que fomenta causas como a descriminalização de todas as drogas, o financiamento da violência de grupos LGBT, pautas racialistas e em favor de criminosos frequentemente defendidas como “defesa dos direitos humanos”.