21 mil pessoas mortas estão como eleitores ativos do estado da Pensilvânia, diz processo

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Karen Bleier/Getty Images
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Há pelo menos 21 mil mortos nas listas de eleitores do estado americano da Pensilvânia, de acordo com uma ação judicial que foi emendada na última quinta-feira.

O processo foi movido pela organização Public Interest Legal Foundation (PILF) e é mais um entre tantos, depois que a eleição presidencial do último dia 3 de novembro aconteceu. O atual presidente Donald Trump contesta o resultado que deu a vitória ao seu adversário, o democrata Joe Biden.

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Para Trump e grande parte dos republicanos, o pleito ocorreu em meio a uma enxurrada de fraudes.

“Em 7 de outubro de 2020, pelo menos 9.212 eleitores estavam mortos há pelo menos cinco anos, pelo menos 1.990 eleitores morreram há pelo menos dez anos e pelo menos 197 eleitores morreram há pelo menos 20 anos. A Pensilvânia ainda deixou os nomes de mais de 21.000 pessoas mortas nas listas de eleitores menos de um mês antes de uma das eleições gerais mais importantes para detentores de cargos federais em muitos anos”, argumenta a ação.

J. Christian Adams, presidente do PILF, afirmou que “este caso é para garantir que os eleitores falecidos não recebam cédulas. Este caso não é complicado. Por quase um ano, temos oferecido dados específicos sobre eleitores falecidos para funcionários da Pensilvânia para o tratamento adequado antes do que se esperava ser um resultado apertado no dia da eleição. Quando você pressiona a votação por correspondência, os erros de manutenção de sua lista de eleitores cometidos anos atrás voltarão a incomodar na forma de destinatários desnecessários e perguntas incômodas sobre cédulas não devolvidas ou pendentes.”

Apesar da mídia anunciar Joe Biden como vencedor na eleição presidencial dos Estados Unidos, o presidente Donald Trump não deu nenhum sinal de reconhecimento ao adversário, indicando que lutará por uma recontagem dos votos.