Mãe se gaba de criar o filho “sem gênero”: “o objetivo é eliminar a opressão baseada em gênero”

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Esteban Felix/Photo
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Kyl Myers escreveu recentemente um artigo para a revista Times, gabando-se de criar seu filho Zoomer “sem gênero definido”, permitindo que ele escolha com qual gênero quer viver futuramente.

Myers é professora do curso de Sociologia de Gênero e Sexualidade e professa a crença dos defensores da “ideologia de gênero”, que despreza o aspecto biológico do sexo humano, para permitir que as pessoas possam escolher o gênero que queiram.

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Se você quiser ser mais técnico, meu parceiro Brent e eu descobrimos os cromossomos sexuais de nosso filho nos primeiros estágios da minha gravidez e vimos seus órgãos genitais durante o exame de anatomia”, escreveu Kyl Myers. “Mas não achamos que essa informação nos dissesse nada sobre o sexo do nosso filho.”

A professora ainda explicou que uma das motivações de criar o filho sob a teoria de gênero foi que diversos alunos se aproximavam dela e lhe pediam que fossem tratados como pessoas diferentes de seu sexo biológico.

Não iríamos atribuir um gênero ou divulgar sua anatomia reprodutiva para pessoas que não precisavam saber, e íamos usar os pronomes pessoais neutros de gênero they, them e their”, continuou Kyl Myers, explicando a experiência que teve com o filho. “Imaginamos que poderia levar anos até que nosso filho nos contasse, à sua maneira, se era menino, menina, não binário ou se outra identidade de gênero se adequava melhor a eles. Até então, estávamos comprometidos em criar nossos filhos sem as expectativas ou restrições binárias de gênero.”

Myers escreveu ainda que acredita ter dado a seu filho “um presente”, um de “ver as pessoas como mais do que apenas um gênero”.