Presidente do Egito diz que a liberdade de expressão acaba quando os muçulmanos são ofendidos

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Abdel Fattah el-Sisi (Adam Berry/Getty Images)
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O presidente do Egito, Abdel Fattah el-Sisi, disse no final do mês passado que a liberdade de expressão mundial “cessa” quando os muçulmanos são ofendidos por material que consideram blasfemo, como as imagens recentemente exibidas na França.

O comentário veio depois que o professor Samuel Paty foi decapitado por um muçulmano, após mostrar cartoons de Maomé a seus estudantes, a título de exemplo de liberdade de expressão. O caso aconteceu no dia 16 de outubro na França e causou comoção mundial.

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“Nós também temos direitos. Temos o direito de que nossos sentimentos não serem feridos e que nossos valores não sejam feridos. E se alguns têm liberdade para expressar o que pensam, imagino que isso acabe quando se trata de ofender os sentimentos de mais de 1,5 bilhão de pessoas”, afirmou el-Sisi, conforme apurado pelo Breitbart.

Apesar do comentário acima, o presidente egípcio ressaltou que a essência da religião islâmica é pacífica:

“Infelizmente, existem extremistas de todas as religiões que buscam aumentar o espírito de luta e acender a raiva e o ódio.”