EUA: integrante de Conselho de Educação diz que meritocracia é “racista” e só beneficia brancos

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Justin Sullivan/Getty Images
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Alison Collins, integrante do Conselho de Educação de São Francisco, no estado americano da Califórnia, declarou recentemente que a ideia por trás da “meritocracia” é eminentemente racista e construída para a promoção da “supremacia branca”. A informação é do Daily Wire.

“Esteja ciente de que ‘mérito’ é uma construção inerentemente racista projetada e centrada no enquadramento da supremacia branca que justifica quem É e NÃO É digno de educação, segurança, justiça, empatia… basicamente humanidade. Quando dizemos que algumas crianças ‘merecem’ acesso a uma educação de qualidade, também estamos inerentemente dizendo que outras não. Quando dizemos que algumas escolas são ‘acadêmicas’, estamos dizendo que outras não são. Quando dizemos que algumas culturas valorizam a educação, estamos dizendo que outras não”, criticou Collins numa sequência de tweets.

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Alison Collins explicou como o sistema educacional privilegia os brancos em detrimento das “minorias”:

“Isso é o que os especialistas em teoria crítica da raça chamam de pensamento binário. Preto x branco, bom x mau, seguro x inseguro… Todas essas são maneiras de codificar racialmente nosso mundo com base em crenças implícitas que privilegiam a brancura. Isso também é conhecido como “moldura branca.’”

No jornalismo e na reconstrução da linguagem, os guerreiros da justiça social também estão alertas. Em julho, a prestigiada agência de notícias Associated Press decidiu usar “branco” (in. minúscula) e “Negro” (in. maiúscula) em seus textos, como forma de combate ao racismo, conforme informado pelo Estudos Nacionais à época: