Normalização da pedofilia está por trás de defesa de Netflix por jornais

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Reprodução/Divulgação
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Mesmo com a total rejeição da sociedade, a grande mídia vem buscando normalizar a pedofilia. Até agora, os entusiastas da prática e sua defesa não sofreram quaisquer consequências graves por promover e divulgar campanhas que sexualizam crianças e muitas vezes as preparam, de forma indireta, para a exploração sexual e tráfico infantil.

A recente acusação da Netflix por distribuição de pornografia infantil mudou a dinâmica e pode ter sido um “balde de água fria” na tentativa insana de normalizar a pedofilia por parte da grande mídia.

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Um grande júri no Texas, EUA, indiciou a Netflix, gigante do streaming, em US$ 20 bilhões em receita anual, por promover “material visual obsceno” de uma criança.

A acusação afirma que Cuties, filme reproduzido pela Netflix, “retrata a exibição obscena dos órgãos genitais ou da área púbica de uma criança vestida ou parcialmente vestida que tinha menos de 18 anos de idade na época em que o material visual foi criado”. Além disso, o senador Ted Cruz pediu ao Departamento de Justiça que investigue a Netflix e os criadores do filme.

A reação a Cuties foi um ‘divisor de águas’ perfeito, colocando a grande mídia contra as pessoas: a mídia adorou e as pessoas odiaram. Cuties veio com o total apoio do establishment político e cultural por meio da Netflix.

Quase que unanimemente, os principais críticos de cinema adoraram “Cuties”, filme que foi premiado em Sundance, elogiando-o como “extraordinário”, “inspirador” e “empático e analítico”. Esses árbitros dos padrões culturais rejeitaram as críticas à sexualização das crianças no filme como uma bobagem de mente fechada de “agarradores de pérolas” de direita.

Mas a sociedade, revoltada com o conteúdo do longa-metragem, lançou uma campanha para cancelar as assinaturas da Netflix. De acordo com a Variety, a reação contra ‘Cuties’ fez com que os cancelamentos da Netflix aumentassem quase oito vezes, com 2,5 milhões de pessoas cancelando suas contas da Netflix.

Mas não é somente a NetFlix ou a grande mídia que está forçando uma normalização do abuso infantil. No ano passado, para consternação do público, o Twitter mudou suas regras para encaixar os pedófilos: “Discussões relacionadas à exploração sexual infantil como um fenômeno ou atração por menores são permitidas, desde que não promovam ou glorifiquem a exploração sexual infantil de nenhuma forma.”

E em 2018, o Facebook surpreendeu os usuários ao publicar uma “pesquisa que perguntava aos leitores se os pedófilos deveriam ter permissão para solicitar ‘fotos sexuais’ de meninas menores de idade”. Depois de protestos do público, Mark Zuckerberg admitiu que publicar a pesquisa foi um “erro”.

Para os pais que tentam proteger os seus filhos de predadores, está cada vez mais difícil à medida que a mídia vitimiza o abusador e a cultura se degrada. O New York Times, em 2014, lançou um edital em que afirma que pedofilia é uma desordem mental e não um crime e ‘pintou’ um retrato simpático da pedofilia como uma peculiaridade desafiadora que deve ser enfrentada. Exemplo do Independent: “Nem todos os pedófilos são pessoas más – precisamos ter um senso de proporção.” O autor explicou: “Em meus estudos sobre o Pedophile Information Exchange na década de 1980, muitos membros admitiram sentimentos sexuais por crianças que foram capazes de conter ou transformar para o bem social. Alguns se tornaram professores ou assistentes sociais, onde eles podiam desfrutar da companhia de crianças sem cometer abusos sexuais. Isso combinava com perfis de personalidade que indicavam que eram gentis, racionais e não estavam dispostos a prejudicar ninguém”.

Depois de promover amplamente a ideia de que os pedófilos merecem simpatia especial, a imprensa introduziu o conceito insidioso de que as crianças são capazes de consentir. A revista Teen Vogue, voltada para o público adolescente, fez uma vídeo-reportagem em que afirma que crianças entendem o que é consentimento e que são capazes de consentir.

A campanha sofreu diversos ataques, colocando que, pessoas que rechaçam o abuso sexual infantil são um problema para a sociedade.

Por que a mídia está tentando normalizar a pedofilia?

Para muitas pessoas que estão tentando entender esse fenômeno perturbador, a história de Jeffrey Epstein pode ser a chave. O pedófilo bilionário, que foi preso por tráfico sexual de menores, morreu em circunstâncias misteriosas em sua cela de prisão em Nova York antes de poder ir a julgamento.

Algumas das pessoas mais poderosas do mundo visitaram Epstein em sua ilha e em outras residências, onde se suspeita que tenham sido gravadas em situações comprometedoras. Os amigos de Epstein incluíam magnatas da mídia e celebridades.

A morte de Epstein impediu um julgamento que poderia ter exposto o ponto fraco de vários titãs da mídia. Mas um novo julgamento de sua companheira, Ghislaine Maxwell, está agendado para julho de 2021. Se ela sobreviver até o julgamento, Maxwell pode contar histórias sobre exploração infantil que causarão náuseas a população.

*Com informações da Life Site News