Negacionismo sobre cristofobia, confirma ódio anticristão denunciado por Bolsonaro

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É comum que neonazistas neguem ter havido o Holocausto de judeus durante a Segunda Guerra ou diminuam a sua importância, culpando judeus por uma campanha de marketing que teriam feito com a ajuda de jornais norte-americanos. Agora é a vez dos jornais brasileiros aderirem a teorias conspiratórias baseadas na negação da existência de genocídios, como é o caso da perseguição a cristãos e judeus pelo mundo.

A fala de Bolsonaro denunciando a cristofobia na ONU provocou reação imediata de setores jornalísticos e militantes da extrema esquerda. A matiz extremista e violenta dos jornais ficou evidente e escancarada diante de uma reação unida e com grandes semelhanças. Manchetes de grandes jornais repetiram o tom de blogs ainda mais rasteiros como Brasil 247 e outros sites que pregam a violência institucional contra cristãos, conservadores e contra a liberdade de expressão nas redes sociais.

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A reação, portanto, confirmou não apenas a existência como a gravidade do problema da cristofobia no Brasil, onde vigora campanhas de ódios prenunciando a perseguição física violenta, cuja inexistência é até lamentada por alguns.

Os mesmos jornais que vêm costumeiramente atacando o estado de Israel como culpado do terrorismo islâmico que o vitima, menosprezaram o fenômeno da cristofobia argumentando que o “ninguém morre por ser cristão no Brasil”.

Assim como os neonazistas, essa postura visa incendiar o ódio contra os cristãos no Brasil e mantém um expediente de preconceito institucionalizado por uma minoria atéia e violenta que domina principalmente o jornalismo e o meio artístico, assim como o alto escalão do judiciário brasileiro.