China comunista é “novo império do mal”, diz Ted Cruz

1
Foto: Reuters
Anúncio:

O senador americano Ted Cruz disse ao programa American Thought Leader, do Epoch Times, na segunda-feira (21), que Hong Kong é a “nova Berlim, a nova frente entre a tirania e a liberdade”.

Cruz destaca que o regime comunista chinês é o “novo império do mal”, fazendo alusão ao famoso discurso do presidente Ronald Reagan sobre a Guerra Fria, que descreveu a União Soviética como um “império do mal”, e diz que o país ditador pretende derrotar os Estados Unidos para se tornar a única superpotência do mundo.

Anúncio:

“Os objetivos da China são dominar o mundo”, disse Cruz ao programa American Thought Leader do Epoch Times. “Eles pretendem derrotar completamente os Estados Unidos”.

Para conter a ameaça, o senador acredita que o governo dos Estados Unidos deveria observar uma página do livro de Reagan.

“Durante a Guerra Fria, não entramos em uma guerra de tiro com a União Soviética”, observou ele. “Em vez disso – e Reagan entendeu isso melhor – nos comprometemos com um esforço sistemático e abrangente para lançar uma luz, usar o poder da verdade, usar pressão econômica, usar pressão diplomática, usar o poder do sistema de livre empresa dos Estados Unidos, para derrubá-los e levá-los à falência”.

“Precisamos ter a mesma estratégia abrangente que tínhamos quando vencemos a Guerra Fria, precisamos ter a mesma estratégia para derrotar a China.”

O senador americano alerta que a abordagem requer conhecimento sobre a amplitude da agressão do regime comunista, da espionagem à propaganda, do roubo de propriedade intelectual às campanhas de influência maliciosa, bem como suas ameaças no exterior, incluindo abusos dos direitos humanos em seu território, a subversão das liberdades de Hong Kong e a intimidação da autodeterminação em Taiwan.

Cruz diz que antes da pandemia muitas pessoas, em Washington, eram apologistas da China”, incluindo legisladores de ambos os lados do corredor por conta do promissor mercado chinês.

“Eles querem tanto que estão dispostos a fazer negócios com torturadores e assassinos. Eles estão dispostos a fechar os olhos. Eles estão dispostos a dar ao Partido Comunista Chinês a pena da censura”.

Após a pandemia, o senador reflete que muitos em Washington e em outros lugares repensaram fundamentalmente a relação dos Estados Unidos com o regime chinês.

*Com informações da Epoch Times