Black Lives Matter apaga apelo de “destruição da família tradicional” de seu website oficial

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Foto: Adrian Kraus
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O grupo de extrema-esquerda Black Lives Matter (Vidas Negras Importam), que ganhou notoriedade neste ano em protestos contra o racismo nos Estados Unidos e em diversas metrópoles do mundo, apagou de seu website oficial, na seção “o que acreditamos”, um dos objetivos do grupo, que era (ou ainda é) o desmantelamento da “família tradicional”.

 O link onde se era possível acessar o conteúdo agora acusa “página não encontrada”.

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 A página original, contudo, tinha a seguinte mensagem:

 Desmantelamos a prática patriarcal que exige que as mães trabalhem em ‘turnos duplos’ para que possam ser mães em particular, mesmo quando participam do trabalho da justiça pública. Rompemos o requisito de estrutura familiar nuclear prescrito pelo Ocidente, apoiando uns aos outros como famílias extensas e ‘vilarejos’ que coletivamente cuidam uns dos outros, especialmente nossos filhos, na medida em que mães, pais e filhos se sentem confortáveis. Nós promovemos uma rede de afirmação ‘queer’. Quando nos reunimos, o fazemos com a intenção de nos libertar das garras do pensamento heteronormativo, ou melhor, da crença de que todos no mundo são heterossexuais (a menos que eles revelem o contrário).”

 Recentemente, o presidente Donald Trump acusou o Black Lives Matter de ser um grupo marxista.

 “Black Lives Matter é uma organização marxista”, disse Trump. “A primeira vez que ouvi falar de Black Lives Matter, eu disse: ‘esse é um nome terrível’. É tão discriminatório. É ruim para os negros. É ruim para todos.”