Opinião: Magazine Luiza protagoniza ódio ideológico ao excluir outras minorias

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Em junho, o desemprego no Brasil subiu para 13,3%, segundo o IBGE. Mesmo assim, empresas preferem estar mais atentas às tendências politicamente corretas, discriminando milhares de brasileiros para agradar um único grupo ideológico financiado por milionários internacionais.

O programa de Treinee da rede varejista Magazine Luiza está dando o que falar nas redes sociais. Acusada de racismo e de promover apartait racial no Brasil, a rede aposta pesado nos conflitos raciais para agradar a mídia sensível aos atos de vândalos como o movimento Black Lives Matters, conhecido por derrubar estátuas de personagens históricos que eles acreditam serem racistas. Mesmo sob protestos nas redes sociais, a Magalu manteve a decisão de exclusão de outras minorias.

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Excluindo índios, pardos e brancos da comunidade LGBT, além de asiáticos e árabes, a varejista alega estar em conformidade com as últimas tendências de “reparação histórica”, promovidas historicamente por grandes grupos e fundações internacionais milionárias, como a Ford Foundation. Mas a aposta em privilegiar um grupo social pode custar caro à marca. Alvo de boicotes de indignados contra o racismo institucional, a loja poderá ser denunciada no Ministério Público pelo vereador paulistano Fernando Holiday (Patriota). O deputado Carlos Jordy (PSL-RJ) também anunciou que irá entrar na justiça contra a medida.

Qual a justificativa para a exclusão deliberada de todas as pessoas que não sejam negras? A desculpa é a “divida histórica”, que será paga indefinidamente até que toda a sociedade esteja igualitariamente dividida entre brancos e negros. Essa concepção, além de excluir todas as outras minorias humanas, é uma declaração de guerra contra a diversidade. Ao pagar a “divida histórica”, a sociedade estaria com outros débitos bem maiores a serem pagos pelas futuras gerações. Mas este não é um problema para uma campanha de marketing que pretende apenas lucrar com os sentimentos de exclusão estimulados por agendas ideológicas internacionais que injetam todos os anos milhares de reais em movimentos e ONGs com vistas à desestabilização social.

O objetivo da Magazine Luiza está longe da defesa de negros. Trata-se de privilegiar e agradar ativistas presentes na grande mídia, angariando propagandas gratuitas, uma ação de propaganda que se utiliza das fragilidades de uma opinião pública dominada por estratégias de esquerda baseadas no fomento de todos os tipos de conflitos sociais.

Na década de 30, o publicitário Edward Bernays se utilizou das crenças feministas em ascensão para impulsionar e dobrar as vendas de cigarro, ao relacionar o tabaco ao poder masculino, fazendo milhares de mulheres aderirem ao hábito como uma forma de emancipação. Na ocasião, a empresa de cigarros não estava preocupada com a libertação ou os direitos da mulheres, mas viu nessa tendência uma forma de angariar lucros.

O ódio ideológico abrange até mesmo os negros individuais em nome do amor solidário aos militantes das agendas milionárias.

A indiferença da Magazine Luiza com minorias não é somente comprovada pela exclusão de todas elas, assim como de brancos que pertencem a classes desprivilegiadas. O seu apego desmedido pelo lucro transforma-se em campanha de ódio contra todas as minorias que não contam com movimentos organizados que os defenda. Não existe um “Indian Lives Matters”, tampouco um “Vegan Lives Matters”, ou ainda, “All Lives Matters”. Magazine Luiza não está nem aí para o desemprego das mulheres, por exemplo, já que se essas mulheres não forem negras suas vagas estão fechadas a elas.