Eleições Americanas – fraude à vista

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Qualquer um, com o mínimo de conhecimento, que observe o cenário eleitoral americano atual, não vê a menor possibilidade da derrota de Donald Trump no dia 3 de novembro.

A esquerda americana sabe disso e colocou todas as armas em jogo.

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Primeiro tentou gerar uma crise econômica através do coronavírus e tudo indica que falharam miseravelmente. Os números da economia estão em franca recuperação, mesmo com muitos estados ainda proibindo diversos setores econômicos de operar. Além de que o presidente Trump tem se posicionado pelo retorno de todas as atividades, então tem canalizado a seu favor a crescente insatisfação com as medidas extremas de lockdown.

A segunda tentativa foi gerar o caos social através do ativismo racial do movimento Black Lives Matter. A revolta iniciou depois do suspeitíssimo assassinato de George Floyd por um policial branco, no dia 25 de maio e ainda hoje, três meses depois, o caos nas ruas só continua.

Mas o presidente Donald Trump, mestre da persuasão e negociação que é, tem sabido demonstrar que esse caos só é possível devido à péssimas políticas de segurança de estados e cidades governados por democratas e, ao que tudo indica, a população já percebeu isso. A tentativa de associar o caos ao governo federal tem falhado miseravelmente e parece até que tem aumentado o apoio ao presidente, já que o cidadão comum está se revoltando com os ativistas terroristas e com a imprensa e não com o governo. Mais um tiro que está saindo pela culatra.

A última cartada dos democratas é mais sombria e difícil de combater, a fraude eleitoral. Ela é difícil de combater porque são promovidas pelos estados de forma autônoma, então o governo federal não tem poder para interferir nos procedimentos.

Inicialmente estão divulgando pesquisas de opinião totalmente enviesadas que mostram o candidato democrata Joe Biden alguns pontos à frente de Donald Trump. Dessa forma, quando a fraude começar ela vai apenas confirmar algo que as pesquisas já mostravam.

Em seguida estão enviando o máximo possível de cédulas eleitorais para as pessoas votarem pelo correio. Essa forma de votar é permitida para pessoas que não podem comparecer aos locais de votação, mas será obrigatória em, até agora, cinco estados, e outros devem seguir a regra, com a desculpa do risco de contaminação por coronavírus. Os democratas estão pressionando para mais estados adotarem esse sistema e para as pessoas solicitarem suas cédulas mesmo sem motivo para não votarem pessoalmente. O voto pelo correio abre brechas para diversos tipos de fraude como desvio ou roubo de cédulas, preenchimento sob coerção, fraude no preenchimento e venda de votos. Há registro de fraudes com votos pelo correio em diversas eleições regionais e federais e milhões de cédulas desviadas, não entregues ou invalidadas.

Também se corre o risco de quem votou pelo correio depois votar novamente de forma presencial, já que esse controle não é confiável. O controle nos locais de votação em diversos estados americanos é tão falho que há inúmeros vídeos na internet de eleitores votando várias vezes, já que não se exige documento com foto.

Assim, está se formando um cenário onde haverá fraude, questionamento dos resultados, recontagem de votos e decisões judiciais, tudo regado com muito sensacionalismo por parte da mídia e revoltas populares organizadas para pressionar as comissões e juízes eleitorais. Aguardemos.

Fontes:

https://www.dailywire.com/news/medical-examiner-concluded-george-floyd-likely-died-of-fentanyl-overdose-court-docs-reveal

https://ig.ft.com/us-election-2020/

ttps://www.washingtontimes.com/news/2020/jul/22/stolen-elections-show-vulnerabilities-absentee-bal/

https://www.bbc.com/news/world-us-canada-53353404