“A liberdade religiosa estava sob ataque na presidência de Obama”, diz neta de Billy Graham

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Cissie Graham Lynch (Courtesy of the Committee on Arrangements for the 2020 Republican National Committee)
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No segundo dia da Convenção Nacional do Partido Republicano, o partido do presidente Donald Trump, a neta do evangelista Billy Graham – morto em 2018 –, Cissie Graham Lynch, falou ao público e fez um apanhado da situação da liberdade religiosa nos Estados Unidos.

“Os fundadores da América não previram uma fé silenciosa e oculta. Eles lutaram para garantir que as vozes da fé fossem sempre bem-vindas, não silenciadas. Não intimidadas. Mas durante a administração Obama-Biden, essas liberdades estavam sob ataque, disse Cissie e elogiou como a gestão de Donald Trump tem lutado para preservar a liberdade religiosa no país.

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“Apontando para ações que impediram as organizações religiosas de viver de acordo com sua fé – como o mandato de contracepção do Affordable Care Act [legislação conhecida como Obamacare] que forçava as organizações católicas a fornecer cobertura anticoncepcional aos funcionários – Lynch apontou a necessidade de um líder como Trump, que ela disse ter defendido a Primeira Emenda [direito constitucional à liberdade de expressão] e nomeou juízes que respeitam a liberdade de religião”, escreveu o jornal Washington Times.

Cissie Graham reafirmou o suporte massivo dos cristãos ao presidente Trump, dizendo que:

“No cenário mundial, o presidente Trump se tornou o primeiro presidente a falar sobre a importância da liberdade religiosa nas Nações Unidas, dando esperança às pessoas de fé em todo o mundo.”

Criticou ainda duramente os políticos do Partido Democrata (a esquerda americana) que fecharam igrejas durante a pandemia de coronavírus e deixaram lojas de maconha abertas.

A neta de Billy Graham também acusou a esquerda de silenciar as pessoas de fé e instou os eleitores a votarem no Partido Republicano nas próximas eleições, no próximo dia 3 de novembro.