Menina de 10 anos ultrapassou limite para “aborto legal” e abortistas querem “dar jeitinho”

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Menina saiu hoje do hospital do ES escoltada por abortistas para ir de avião para Recife, onde encontraram médicos que “abortam” mesmo a gravidez tendo ultrapassado todos os “limites legais” do aborto, que são 22 semanas de gestação e 500g de peso do bebê.

O caso da menina de 10 anos do estado do Espírito Santo, que engravidou em decorrência de estupro, está sendo objeto de uso ideológico por grupos defensores do aborto, mesmo arriscando a vida da gestante.

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“Aborto” nessa situação traz sérios riscos de vida à gestante, já que a gravidez está muito avançada. Notícias têm veiculado informação falsa da idade gestacional para defender que é possível e permitido fazer o aborto. Fontes confiáveis, mas que pediram sigilo, garantiram que a idade gestacional atual é 23 semanas e o exame de ultrassonografia estimou mais de 500 gramas de peso fetal. Isso significa que a eliminação do nascituro não está mais amparada em qualquer legislação ou norma existente no país.

Por lobby de defensores do aborto, foi feita a transferência às pressas da gestante, já que o hospital em que estava, apesar de realizar abortos com frequência, negou-se a fazê-lo, por estar com gestação avançada e isso trazer mais riscos para vida da gestante do que um parto posterior.

Médicos que acompanhavam o caso pelo noticiário entraram em contato disponibilizando gratuitamente serviço e toda infraestrutura para prenatal, parto e pós-parto, visando dar opção à gestante e sua família, de não matar o bebê, que é de sexo feminino, segundo a ultrassonografia.

Uma auditoria nos laudos médicos se faz necessária. O órgão a realizar eventual auditoria seria o Conselho Regional de Medicina, caso seja demandado.

A Ministra dos Direitos Humanos, Damares Alves, informou em rede social que busca dar toda atenção ao caso, que teve decisão judicial indicando aborto. A ministra lamentou a decisão da justiça.

Porém, a informação de nossa fonte que obteve informações do hospital de São Mateus onde a menina estava, indica que o caso não se enquadra mais no “aborto legal”.